Videogame é cultura SIM

videogamecultura

Ainda não me manifestei no GD sobre a declaração da ministra da Cultura Marta Suplicy de que “videogame não é cultura” (ao explicar o que poderá ser adquirido com o maneiríssimo “vale-cultura”), mas vou aproveitar agora que li essa excelente carta que a Square-Enix enviou para a ministra e usar, sob licença, o texto (adaptado) do meu amigo Leonardo de Almeida, para demonstrar nosso repúdio a tal opinião tão infeliz:

Ok, vamos lá… Como alguém ousa dizer que videogames não são arte?
Jogos como Castlevania: Symphony of the Night trazem arquiteturas dignas de um gênio, quadros belíssimos como pano de fundo, músicas lindas que emocionam, e outros como Chrono Trigger e Final Fantasy, que trazem diálogos inteligentes, coesos e dignos de uma verdadeira poesia; o teor cinematográfico de Metal Gear Solid então, por exemplo, é de chamar a atenção de qualquer Spielberg (que por sinal já se envolveu com games alguma vezes)…
Toda arte passa por isso, sei que com o cinema foi assim, os games envolvem SIM todo tipo de arte com um conteúdo quase nunca visto em outras obras: a interatividade. Poderia redigir um texto ainda mais quilométrico, mas acho que ainda assim não iria conseguir dizer tudo que penso.

Resumindo: qualquer pessoa minimamente inteligente e que não seja retrógrada consegue sentir a arte nos games. Nem todos… Como nem todos os filmes e “músicas” são obras de arte, mas a capacidade está lá, basta ter ARTISTAS por trás.”

Verdade.

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