[Primeiras Impressões] Agents of SHIELD

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Estreou ontem no canal americano ABC a série “Agents of SHIELD”, ambientada no universo cinematográfico da Marvel Studios e desenvolvida pelo próprio Joss Whedon (o diretor de “Os Vingadores” e, que não estava à frente de uma série de TV desde “Dollhouse”, em 2010).
Com Clark Gregg e a participação de Colbie Smulders, o primeiro episódio mostra o agente Coulson (que não morreu no filme dos Vingadores e isso é explicado) montando uma equipe para investigar e procurar um superpoderoso que foi visto salvando uma mulher da explosão de um apartamento, e acabam se envolvendo numa trama ainda maior, que inclusive tem ligação com coisas vistas nos dos filmes do Homem de Ferro e Capitão América. E ainda temos a aparição de um item da SHIELD muito peculiar… Eu particularmente gostei muito da ideia do “ônibus”, um avião negro e cheio de tecnologias. E dos personagens, a minha favorita, até o momento, é a Melinda May (Ming-Na Wen), que é especialista em combates desarmados.
A série tem aquele humor típico dos filmes da Marvel Studios e muita ação, pouco vista em outras, e tudo isso recheado de referências aos filmes dos Vingadores (tantos os “solo” quanto os da equipe), tornando a série empolgante. E o final tem um cliffhanger que me deixou com muita vontade de assistir os episódios seguintes!
Espero que eles mantenham a qualidade, mas tô levando fé nessa nova empreitada da Marvel Studios, tendo em consideração o trabalho bem feito já mostrado nos cinemas. E que venham mais episódios!

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E aproveitando o assunto, vocês já viram o teaser trailer de “Vingadores – A Era de Ultron” (“Vingadores 2” pros leigos), aquele mesmo mostrado na Comic Con, em junho, em HD? Não mostra muita coisa (e claro, porque nem começaram a filmá-lo) mas é bom pra dar uma ideia de como vai ser o visual de Ultron, o vilão da trama. Assista:

Suécia: celeiro musical

Suécia musical

Nem só de EUA vive a música. Tem muita coisa boa internacional fazendo sucesso por aí e no fim das contas nem prestamos muita atenção de onde vêm, e só pelo idioma cantado ser inglês e a gente já deduz que é ou norte-americano, ou inglês mesmo, ou australiano, no máximo.
Vou citar algumas bandas e artistas (uns de muito sucesso, outros com nem tanta sorte, mas mesmo assim de qualidade) que vieram lá da Suécia, sim, lá da Escandinávia, direto para as pistas e music players em geral:

ABBA
Dispensa qualquer apresentação, obviamente. Grupo pop surgido nos anos 70 e composto por Agnetha, Björn, Benny e Anni-Frid, faz sucesso até hoje. Mesmo sabendo que vocês já conhecem, vou deixar uma canção deles:

Roxette
Os anos 80 e 90 foram embalados pelas canções do duo, basicamente românticas (os haters dirão “mela-cuecas”). Apesar de não estarem nas atuais paradas de sucesso, eles trabalham até hoje. Ouça e chore:

Ace of Base
Um dos meus xodós da década de 90, o grupo de eurodance fez um sucesso estrondosos nas rádios e pistas (só acho, pois eu não tinha idade para ir em boates ainda).

Robyn
Ela é a mais fantástica artista solo das terras do norte, e seu som pop tem várias misturas que a tornam única. Apesar de estar na estrada há anos, ela vem conquistando aos poucos o cenário mundial, e  aqui no Brasil ainda não é muito conhecida, o que eu acho injustiça, mas justamente por isso que existem os fãs – como eu – para divulgar seu talento:

Lykke Li
Essa cantora de 27 anos vai do indie rock ao electro pop e tem uma pegada meio abstrata, podendo parecer “estranha” no começo, mas muito boa, apenas mostrando que é diferente e talentosa.

Erik Hassle
Um dos meus maiores achados musicais. O cara é talentoso e gatinho, e sua música, basicamente melódica, é uma massagem para os ouvidos.

Estes artistas são basicamente os que eu admiro, mas com ajuda do lindo Cairo Braga, trago um apanhado de outros destaques no cenário atual da música sueca (clique nos links sem medo, vai abrir em nova aba): Lena Philipsson, Lilla Sällskapet, Swedish House Mafia, Icona Pop e Den Svenska Björnstammen.
E o Cairo também montou um mixtape só com músicas suecas que você pode conferir aqui.

Espero que tenham gostado e que eu tenha ajudado a apresentar sons novos, pois eu adoro quando me indicam coisas boas e desconhecidas pra eu ouvir.

2º dia do Rock in Rio (meu dia)

O dia, de ontem (sábado, 14/09) foi o meu dia favorito no Rock in Rio, pois tocaram as minhas bandas favoritas. Eu não tava lá (sou pobre, quem me dera), mas assisti na comodidade da minha cama pelo streaming falhado e sofrido do G1 mesmo. Vamos esquecer Capital Inicial e Offspring. O primeiro dos shows que realmente me interessam começou às 20h30…

30 Seconds to Mars:
Jared Leto veio vestido parecendo um mago-urubuzão, mas depois se soltou. Tava vestindo uma camiseta com a frase “I ♥ RIO”. O show começou morninho mas depois a galera foi levantando durante o desenrolar da apresentação. No finalzinho de “This Is War” (a 4ª música do setlist), bolas gigantes e coloridas foram soltas na galera. Ficou divertido. Durante a execução de “Pyres of Varanesi” (uma das minhas favoritas), acrobatas fizeram uma apresentando pulando sobre uma gangorra. Para fazer um pout-porri acústico de “The Kill”/“Hurricane”, Jared subiu na tirolesa e cantou com um ajudante do staff do festival segurando o microfone pra ele haha E depois o doido do ator-cantor DESCEU DE TIROLESA atravessando a platéia!! Ele voltou pro palco correndo entre a galera e continuou o show, que foi todo muito bom. Ao final da última música, “Up In The Air”, choveu papel picado. Do setlist, eles só não tocaram “Kings and Queens”.

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Florence + The Machine
A linda e ruiva Florence Welch veio toda trabalhada na cortina florida azul, chamou os seus orixás (como sempre) e levantou – mesmo – a galera. Interagindo bastante com o público, correu pra lá e pra cá no palco, depois entre a platéia (dando muito trabalho para os seguranças, coitados), pulou, gritou, cantou enrolada na bandeira do Brasil, pediu sacrifícios humanos – sério -, resumindo, Florence sendo Florence.  Do setlist, apenas “Sweet Nothing” não foi tocada, e o pessoal pediu várias vezes por “Never Let Me Go”.
Pela telinha do computador já foi demais, e certamente ao vivo foi uma experiência muito doida ouvir a voz da ruivona ao som dos feras da The Machine. O efeito que dá é tipo o da maconha (é o que eu acho, nunca usei, OK, PF?). Fantástico!

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Muse
Matt Bellamy já não é muito bonito, daí vem descabelado e com a barba por fazer parecendo Tangos & Tragédias. Eu, que nunca vi os caras tocando (nem no Youtube), achei demais. O público realmente pirou e todos cantavam forte e balançavam as cabeças pra frente e pra trás o tempo todo. A guitarra do Matt, ao vivo, é muito massa (tirando as partes onde ele imitava serra elétrica, fantasma ou lousa arranhando rs).
Depois de tocarem “Agitated”, Matt jogou a guitarra várias vezes sobre o equipamento de som e saiu do palco sem dizer nada. Revoltada. Mas o grupo voltou para um bis triplo.

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Resumindo: sim, queria muito ter ido pessoalmente lá no Rio neste dia de shows, mas sabe… Em casa eu tenho certeza de que foi menos cansativo, caro e estressante (: Espero estar rico para grandes shows de bandas assim.

Fotos: G1.

Puro Amor #23

Hoje vou falar sobre o lindo “it boy” Vini Uehara. Ele mora em São Paulo, tem 23 anos (15/01/1990) e é modelo, fotógrafo, produtor de moda, é japinha, é tatuado, é tudo de bom. Participou de um reality da Capricho (sim) chamado “Temporada da Moda”, em 2009.
Eu o conheci nessa semana, no clipe da faixa “Moon”, do brasileiro Thiago Pethit (assista aqui), que é um desbunde (e NSFW), um curta conceitual.
Aproveite a galeria com as fotos do mancebo (clique para ampliá-las).

O site oficil do Vini: viniuehara.com.br.

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50 anos de Vingadores

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Em 10 de setembro de 1963 chegava às bancas ianques “Avengers #1”, o gibi que reunia, em uma superequipe de cinco integrantes, que já haviam estreado em outro títulos da Marvel: Homem de Ferro (das páginas de “Tales of Suspense”), Thor (“Journey into Mistery”), Hulk (que já possuía título próprio no ano anterior, “The Incredible Hulk”) Homem-Formiga e Vespa (ambos em “Tales to Astonish”). Trazida à vida pelas lendárias mãos de Stan Lee e Jack Kirby, a equipe de heróis foi criada como em resposta à Liga da Justiça, da concorrente DC Comics, e trazia uma trama que colocava o Hulk em rota de colisão com os outros quatro superseres como parte de um plano do ardiloso Loki, deus nórdico da trapaça, para vingar-se de seu meio-irmão Thor. Obviamente os heróis descobriram o plano do vilão e se uniram para detê-lo.
Já na 4ª edição da revista, os Vingadores (agora sem o Hulk, que saiu devido ao seu tão conhecido humor instável) encontraram acidentalmente (enquanto perseguiam Namor, o Príncipe Submarino), congelado no Ártico, o Capitão América, o herói da Segunda Guerra Mundial, que se uniu à equipe e tornou-se o líder mais famoso, não só dos Vingadores, mas como de todos os heróis da Marvel.
O supergrupo teve pelo menos uma centena de membros engrossando suas fileiras durante estas cinco décadas, tais como Homem-Aranha, Wolverine, Miss Marvel (atualmente “Capitã Marvel”), Hércules, Fera, Mulher-Hulk, Demolidor e até Sr. Fantástico, Mulher-Invisível e Coisa, do Quarteto Fantástico.
Vou citar 5 grandes momentos da equipe, um em cada década:

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Anos 60
Claro que o grande momento da equipe só poderia ser a origem da mesma, mas não serei tão óbvio assim e vou escolher a “Gangue do Capitão” como o momento marcante da década dos Beatles. Por motivos pessoais, os membros fundadores Homem de Ferro, Thor, Vespa e Homem-Formiga (agora “Gigante”, apenas um dos tantos codinomes adotados pelo cientista Hank Pym) deixaram a equipe, e o Capitão América resolve montar uma nova versão dos Vingadores só com ex-criminosos que estavam tentando se regenerar. Eram eles: Gavião Arqueiro (foi um vilão nas histórias do Ferroso), Feiticeira Escarlate e Mercúrio (ex-membros da Irmandade de Mutantes, inimigos dos X-Men). Por esse motivo essa formação era chamada de “gangue” pela imprensa.

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Anos 70
A “Guerra Kree-Skrull” foi um dos maiores momentos dos Vingadores, quando a equipe vai para o espaço para tentar evitar a guerra entre as duas famosas raças alienígenas, com a ajuda do Capitão Marvel. Nesta mesma época se iniciou o romance entre Feiticeira Escarlate e o sintozóide (andróide com sentimentos) Visão.

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Anos 80
Uma segunda equipe foi concebida por Roger Stern e Bob Hall, os Vingadores da Costa Oeste, sediada na Califórnia. A equipe contava com Gavião Arqueiro (líder), Homem de Ferro (usando a clássica armadura Centurião de Prata), Magnum, Tigresa e Harpia. Uma das melhores fases dessa versão foi na passagem do talentoso roteirista e desenhista John Byrne, e posteriormente Visão e Feiticeira Escarlate ingressaram na equipe, entre outros.

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Anos 90
A saga “Operação Tempestade Galática” foi ótima, mas como era uma nova guerra envolvendo os Krees (agora contra os Shiars), não vou escolhê-la, nem tampouco “Heróis Renascem” (pelas mãos do Rob “Lixo” Liefeld, pior desenhista-vilão), vou ficar com o excelente crossover da equipe com os X-Men em Genosha, na saga “Laços de Família”, quando um dos ex-acólitos de Magneto sequestra Luna, neta do Mestre do Magnetismo e que é filha dos vingadores Mercúrio e Cristalys, forçando uma excepcional aliança entre as duas equipes.

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Anos 2000
Sem sombra de dúvidas, “New Avengers”, em 2005. Esse título é um divisor de águas do supergrupo, que colocou os Vingadores em evidência. Pelas mãos dos talentosos Brian Michael Bendis e David Finch, essa encarnação da equipe foi reunida pelo Capitão América após “Vingadores: A Queda” (quando a Feiticeira enlouquece e mata metade da equipe, e o grupo desmantelou-se depois) tinha os heróis Homem de Ferro, Luke Cage, Sentinela, Ronin – e, a grande sacada do Bendis – Homem-Aranha, Wolverine e Mulher-Aranha. O título repetia a fórmula da equipe original, quando grandes sucessos de outros títulos ingressaram nos Vingadores. E como não citar também a saga “Guerra Civil” (2006), que mudou os heróis Mavel para sempre?

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Anos 2010
“Vingadores vs X-Men”. Fenomenal! E está saindo atualmente pela Editora Panini aqui no Brasil. As duas grandes equipes da Casa das Ideias entram em conflito por causa de Esperança Summers e a Força Fênix.

—-> E lembrando, já que os mutantes foram mais uma vez citados aqui, que 2013 também é comemorado os 50 anos de X-Men. Não podemos esquecer.

Também é importante citar Os Supremos (The Ultimates), a versão alternativa dos Vingadores do Universo Ultimate, uma encarnação mais sisuda e violenta dos Heróis Mais Poderosos da Terra (eu não curto muito essa versão um pouco por isso). Nesse título, a equipe foi criada pela SHIELD e trabalham para o governo (como a original também já, mas nem sempre foi assim). É aqui que Nick Fury é um negão careca.

Vamos falar dos Vingadores, agora em outras mídias?

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Videogames:
Um clássico dos clássicos é “Captain America & The Avengers” (1991, Data East), para SNES e arcade, um difícil jogo de fase onde você pode escolher entre Capitão America, Homem de Ferro, Gavião Arqueiro ou Visão. É tosco, mas legal.
Apesar de não ser apenas com os Vingadores (mas todos os heróis jogáveis foram ou seriam membros da equipe), “Marvel Super Heroes: War of the Gems” (1996, Capcom), o jogo de fase para SNES mostrava a saga “Desafio Infinito”, e é possível escolher entre Capitão América, Homem-Aranha, Wolverine, Hulk e Homem de Ferro, e enfrentar o vilão Thanos.
Também posso citar os games de luta “Marvel Super-Heroes” (1996), Marvel Super Heroes vs. Street Fighter (1997) e “Marvel vs Capcom” 1 (1999), 2 (2000) e 3 (2011), todas da Capcom.

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Desenhos animados:
Deixando de lado os “desenhos desanimados Hanna-Barbera” de Capitão América, Homem de Ferro e Hulk, temos “Avengers: United They Stand” (1999-2000) que tentou inovar ao trazer uma equipe com vingadores que nunca tiveram desenhos (eram eles: Hank Pym, Vespa, Falcão, Visão, Feiticeira Escarlate, Magnum e Tigresa) e que, por este motivo, não fez sucesso e a série só teve 13 episódios; o interessantíssimo porém infelizmente cancelado na 2ª temporada “Avengers: Earth’s Mightiest Heroes” (2010-2012), que tinha a formação original da equipe das HQs e era muito fiel aos quadrinhos, mas a Marvel Studios decidiu cancelar a série para criar “Avengers Assemble” (2013), um novo desenho com uma formação mais parecida com a do filme, pra atrair o público que conhece os Vingadores dos cinemas (a mesma jogada de sempre, aff!). Vi os 3 primeiros episódios e achei um saco. Mas enfim.

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Filmes:
Depois de cinco filmes para preparar território (dois do Hulk, dois do Homem de Ferro, um do Thor e um do Capitão America), “Os Vingadores” (2012) foi um sucesso estrondoso e uma das maiores bilheterias do cinema. E o segundo filme, “Avengers: Age of Ultron”, estreia em maio de 2015, e a grande novidade será a aparição dos jovens Mercúrio (Aaron Taylor-Johnson) e Feiticeira Escarlate (atriz ainda não definida). Expectativas!

Concluindo: eu iniciei fanboyzice por quadrinhos de super-heróis (basicamente Marvel) há exatos 20 anos, e desde lá os meus favoritos foram por muito tempo os X-Men, porém, a partir de Os Novos Vingadores (citado anteriormente), o meu apreço pela equipe do Capitão América foi aumentando ao ponto de ser a minha revista favorita. Desculpaí, X-Men e sociedade!

Então aqui fica meus parabéns ao cinquentenário da equipe e não se esqueçam: AVANTE, VINGADORES!

[ATUALIZAÇÃO] A Marvel está lançando uma série de capas comemoritvas. Vejam estas feitas pelo desenhista John Cassaday e estas que formam um gigante e lindo painel com quase todos os Vingadores, por Daniel Acuña.