2º dia do Rock in Rio (meu dia)

O dia, de ontem (sábado, 14/09) foi o meu dia favorito no Rock in Rio, pois tocaram as minhas bandas favoritas. Eu não tava lá (sou pobre, quem me dera), mas assisti na comodidade da minha cama pelo streaming falhado e sofrido do G1 mesmo. Vamos esquecer Capital Inicial e Offspring. O primeiro dos shows que realmente me interessam começou às 20h30…

30 Seconds to Mars:
Jared Leto veio vestido parecendo um mago-urubuzão, mas depois se soltou. Tava vestindo uma camiseta com a frase “I ♥ RIO”. O show começou morninho mas depois a galera foi levantando durante o desenrolar da apresentação. No finalzinho de “This Is War” (a 4ª música do setlist), bolas gigantes e coloridas foram soltas na galera. Ficou divertido. Durante a execução de “Pyres of Varanesi” (uma das minhas favoritas), acrobatas fizeram uma apresentando pulando sobre uma gangorra. Para fazer um pout-porri acústico de “The Kill”/“Hurricane”, Jared subiu na tirolesa e cantou com um ajudante do staff do festival segurando o microfone pra ele haha E depois o doido do ator-cantor DESCEU DE TIROLESA atravessando a platéia!! Ele voltou pro palco correndo entre a galera e continuou o show, que foi todo muito bom. Ao final da última música, “Up In The Air”, choveu papel picado. Do setlist, eles só não tocaram “Kings and Queens”.

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Florence + The Machine
A linda e ruiva Florence Welch veio toda trabalhada na cortina florida azul, chamou os seus orixás (como sempre) e levantou – mesmo – a galera. Interagindo bastante com o público, correu pra lá e pra cá no palco, depois entre a platéia (dando muito trabalho para os seguranças, coitados), pulou, gritou, cantou enrolada na bandeira do Brasil, pediu sacrifícios humanos – sério -, resumindo, Florence sendo Florence.  Do setlist, apenas “Sweet Nothing” não foi tocada, e o pessoal pediu várias vezes por “Never Let Me Go”.
Pela telinha do computador já foi demais, e certamente ao vivo foi uma experiência muito doida ouvir a voz da ruivona ao som dos feras da The Machine. O efeito que dá é tipo o da maconha (é o que eu acho, nunca usei, OK, PF?). Fantástico!

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Muse
Matt Bellamy já não é muito bonito, daí vem descabelado e com a barba por fazer parecendo Tangos & Tragédias. Eu, que nunca vi os caras tocando (nem no Youtube), achei demais. O público realmente pirou e todos cantavam forte e balançavam as cabeças pra frente e pra trás o tempo todo. A guitarra do Matt, ao vivo, é muito massa (tirando as partes onde ele imitava serra elétrica, fantasma ou lousa arranhando rs).
Depois de tocarem “Agitated”, Matt jogou a guitarra várias vezes sobre o equipamento de som e saiu do palco sem dizer nada. Revoltada. Mas o grupo voltou para um bis triplo.

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Resumindo: sim, queria muito ter ido pessoalmente lá no Rio neste dia de shows, mas sabe… Em casa eu tenho certeza de que foi menos cansativo, caro e estressante (: Espero estar rico para grandes shows de bandas assim.

Fotos: G1.

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