Green Dimension 10 anos

GD 10 anos

Nesta semana completam-se dez anos que eu criei o primeiro Green Dimension, ainda no Blogger, e comecei a postar sobre as coisas que eu gosto, das quais vocês já estão cansados de ler por aqui: quadrinhos, cinema, música, games, séries, desenhos e chistes.
Meus blogs passou por várias fases: depois do Blogger veio a “1ª temporada” aqui neste endereço, depois teve o período de cooperação no Blablaismo e, por fim, retornando pra cá, em fevereiro deste ano. Já “floodei” a timeline com mil posts, passei períodos de falta de criatividade sem postar nada por dias (quem nunca)… Essa é a vida de um blogueiro. Ainda não ganhei nenhum centavo com essa vida (sim, eu sei que deveria “monetizar” o blog, mas falta ânimo pra isso), mas o que importa é que eu faço isso mais por prazer, realmente amo escrever sobre as coisas que gosto.
Feliz aniversário, Green Dimension! E o obrigado a todos os (poucos, mas fiéis) leitores por prestigiarem meu blog!
Em breve teremos novidades por aqui. Continuem ligadinhos!

[Resenha] The Day of the Doctor

Muitos não devem saber, mas no último sábado (23), o seriado britânico Doctor Who (sobre o qual já fiz um dossiê aqui) completou 50 anos e, pra quem não estava neste planeta no último meio século, é a série de TV de ficção científica a mais tempo no ar.
Para celebrar a data, a BBC promoveu em vários cinemas pelo mundo (no caso, a rede Cinemark aqui no Brasil) a exibição do filme “The Day of the Doctor”, com uma história que, além de reunir três atores que interpretaram o papel – Matt Smith, o por ora atual e 11º Doutor; David Tennant, o 10º, e John Hurt, o 8,5º (?), introduzido na mitologia no último episódio da atual (7ª) temporada -, traz uma trama que mexe com toda a mitologia da série contemporânea.
Não vou revelar muito da história porque sim, seria um grande, gordo e feio spoiler, mas vou comentar as passagens que mais me marcaram, ok?

  • Finalmente vimos a Guerra do Tempo (Time War), em Gallifrey, planeta dos Senhores do Tempo, contra os Daleks. É lá que encontramos o nosso Doutor 8,5 (tô chamando o personagem do Hurt assim porque a regeneração dele foi forçada e, aparentemente não vai contar como regeneração completa, e esse artíficio foi usado por causa do chato do Christopher Eccleston, o 8º a dar vida ao personagem, não quis participar do filme, então os roteiristas tiveram que improvisar);
  • O encontro de Matt Smith com David Tennant!
  • Billie Piper de volta, mas não como Rose Tyler. Pois é, eu sei. Assistam e verão;
  • Clara (Jenna Coleman), a atual companheira do Doutor, deixando de ser insossa e mostrando que é um mulher de fibra, ajudando as 3 encarnações do Doutor a fazer uma decisão que mudará sua vida pra sempre;
  • A rápida participação de Peter Capaldi, que será o 12º Doutor a partir do especial de Natal deste ano;
  • As três TARDIS enfileiradas;
  • Todos os Doutores juntos, com o Doutor original (William Hartnell) no centro.

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Caralho, muito foda! Quem é fã vai pirar com esse filme; quem tá conhecendo a série agora, vai se deslumbrar com a grandeza e epicidade da coisa toda.
Infelizmente eu não pude ir ao cinema (mas, depois, fiquei aliviado por não puder ir, pois soube que houve uma confusão com os ingressos aqui em Porto Alegre), então tive que recorrer aos downloads ilegais mesmo hehe.
Resumindo: “The Day of the Doctor” é a coisa mais legal que eu já assisti de DW em toda a minha vida, e o filme é um artigo imperdível para os whovians!

Título original: “The Day of the Doctor”.
Ano: 2013.
Direção: Nick Hurran.
Elenco: Matt Smith, David Tennant, John Hurt, Jenna Coleman, Billie Piper.
Duração: 76 min.
Nota do Gilga: 9,5.

P.S.1: Ah! Também assisti “An Adventure in Space and Time”, um especial de 83 minutos veiculado pela BBC no dia 21, que conta a história da criação do seriado, e achei muito foda! E confesso que me fez chorar algumas vezes.

P.S.2: Enquanto escrevia esse artigo, tocava na minha cabeça a sensacional trilha original da abertura do seriado. Ouçam abaixo:

Gays contemporâneos de sucesso

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Um dos maiores problemas com a homofobia é o fato de os preconceituosos crerem que gays não podem ser pessoas decentes, honestas, trabalhadoras, profissionais de sucesso, resumindo, não podem ser “normais”. Mas, além dos homofóbicos estarem completamente enganados em todos os outros quesitos, eles estão redondamente enganados nesse, e vou citar uma galerinha colorida que, não só são bons em suas respectivas áreas, como são verdadeiros fenômenos, fazendo sucesso onde muitos e muitos heterossexuais tentam e falham todos os dias. São eles:

Ian McKellen
O cara tem 72 anos, é um ator shakesperiano de sucesso, recebeu o título de Sir (o título de honra máximo da Inglaterra), é co-fundador do grupo de Stonewall (que faz campanhas pelos direitos dos homossexuais) e faz parte de importantes franquias do cinema, como O Senhor dos Anéis/O Hobbit e X-Men.

George Takei
O eterno Sulu da série Star Trek, Takei também atuou em Heroes e assumiu sua homossexualidade em 2005, e é um dos grandes ícones nerd. É casado com o ator Brad Altman desde 2008.

Jim Parsons
Por falar em nerdice, eis que temos o ator que dá vida a Sheldon Cooper, o personagem mais engraçado da série The Big Bang Theory, e pela qual venceu três Emmy Awards como Melhor Ator de Série de Comédia (2010, 2011 e 2013), e um Globo de Ouro (2011) na mesma categoria. Assumiu sua homossexualidade em 2012.

Neil Patrick Harris
O ator de 40 anos é casado com o também ator David Burtka, e talvez eles sejam o casal gay mais querido de todos os tempos. Adotaram gêmeos, que hoje têm 3 anos. Harris é a estrela maior da série How I Met Your Mother, onde interpreta Barney, que é – vejam só – um mulherengo.

Daniela Mercury
A cantora, compositora, embaixadora da Unicef, filantropa baiana Daniela Mercury não apenas assumiu sua homossexualidade no ano passado como também revelou ser casada com a jornalista Malu Verçosa. Ela também recebeu inúmeros prêmios durante os mais de trinta anos de carreira, incluindo um Grammy Latino, em 2007.

Elton John
Eleito pela revista Billboard em 2008 como o cantor solo de maior sucesso da história™, Elton já vendeu mais  de 450 milhões de cópias ao redor do globo. É casado com o cineasta David Furnish, e tem dois filhos adotivos. Elton também é Sir, filantropo e já possuiu um time de futebol, o Watford FC, entre 1976 e 1987.

Ney Matogrosso
Ney é um ~monstro sagrado~ da música brasileira, eleito pela revista Rolling Stones como o 3º maior cantor brasileiro de todos os tempos™, já fez parte do mítico Secos & Molhados, já namorou o Cazuza. Com mais de 40 anos de carreira, Ney tem sua marca própria de performances, Lady Gaga tem muito a aprender com ele. Ah! E nunca podemos esquecer que ele nunca viu rastro de cobra nem couro de lobisomem etc.

Eu poderia citar também Ricky Martin, Marco Nanini, Michael Stipe (vocalista da banda R.E.M.), Zachary Quinto, Freddie Mercury (ainda há dúvidas se ele era bissexual como afirmava ser ou totalmente gay), Tim Cook, Pedro Almodóvar, Adriana Calcanhoto, Jodie Foster, Ellen DeGeneres, Jean Wyllys, George Michael ou mesmo os não assumidos Jô Soares e Miguel Falabella (que a gente sabe que são porém eles insistem em permanecer no armário)… São tantos ícones gays da atualidade que este post poderia ser gigantesco.
É também bom ver que a galera LGBT tem força.Tenho muito orgulho.

Puro Amor #24

O “Puro Amor” de hoje foi feito para apreciarmos a beleza de Chris Zylka.
Este ator e modelo norte-americano tem 28 anos (9/5/1985), 1,85m de altura, é loiríssimo, tem belos olhos verdes e seu nome de batismo é Chris Settlemire.
Chris participou de séries como “Everybody Hates Chris”, “Hannah Montana” e “10 Things I Hate About You”, mas foi em “Secrete Circle” (2011) que ele passou a ficar mais conhecido, onde interpretou o personagem Jake Armstrong.
Nos cinemas, ele fez filmes classe C (como “Kaboom”, “My Super Psycho Sweet 16”, “Piranha 3DD”), mas ele ganhou um papel na nova cinessérie “O Espetacular Homem-Aranha”, onde vive o personagem Flash Tompson.
O gato tem uma beleza que ofende, um olhar matador, uma expressão máscula, um ar angelical e um sorriso que abre qualquer porta… Resumindo, ele é perfeito. ♥
Confira na galeria, clicando para ampliar:

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Dossiê Once Upon a Time

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Somente hoje consegui por em dia todos os episódios já exibidos até então de “Once Upon a Time”, e decidi fazer esse dossiê. A série é simplesmente formidável, está em sua 3ª temporada e é a que tem o melhor roteiro das que estou assistindo atualmente, a criatividade dos autores está realmente de parabéns.
“Once Upon a Time” é uma criação da dupla Edward Kitsis e Adam Horowitz para a ABC, e consegue unir no enredo muitas das fábulas infantis (muitas delas já recontadas pela Disney, a proprietária da emissora, através dos anos).
Como sendo alguns pilares que sustentam a série, temos Regina Mills, a “Rainha Má” (interpretada magistralmente por Lana Parrilla) que, não apenas lançou a maldição sobre os personagens da Floresta Encantada, fazendo-os viver sem memória em nosso mundo na fictícia cidade de Storybrooke, como também é responsável por atazanar a vida de Branca de Neve (Ginnifer Goodwin) e Príncipe Encantado (Josh Dallas), entre tantos outros personagens não relacionados (como a fada Sininho e a sereia Ariel, por exemplo), e temos também o outro vilão, Rumpelstiltzkin (interpretado por Robert Carlyle que, na minha opinião, é o melhor ator, de longe, de toda a série!), também conhecido como Senhor das Trevas, e um dos personagens mágicos mais poderosos da trama (que inclusive treinou Cora, a malígna mãe de Regina, e a própria Rainha Má, além de ter sido “a Fera” da Bela e “a fada-madrinha” da Cinderella).
Em contraponto, temos Henry (Jared S. Gilmore), que foi adotado por Regina e que vai, no primeiro episódio da OUAT, atrás de sua mãe biológica, Emma Swan (Jennifer Morrison), revelando à ela sobre a maldição que acomete os habitantes de Storybrooke, e que somente ela, a filha perdida de Branca e Encantado, pode desfazer esse feitiço. No começo, Emma não acredita no garoto, mas no fim ela não só acredita como entre em inúmeras enrascadas (ela inclusive enfrentou a vilã Malévola, de “A Bela Adormecida”, em sua forma de dragão), e acaba quebrando a maldição no final da 1ª temporada.
A temporada seguinte foi bem movimentada, com a ameaça de Cora (Barbara Hershey) querendo reencontrar sua filha, enquanto Storybrooke, que vivia oculta do resto do mundo, é exposta e visitada por pessoas mal-intencionadas que estavam ali para destruir a magia. Outro que procurou por seu filho perdido foi o Sr. Gold (Rumple), que acaba descobrindo que Baelfire se chama Neal  (Michael Raymond-James) em nosso mundo e é pai de Henry. A seguir, deixo um infográfico com as ligações (consanguíneas ou não) dos personagens principais da série:

OUAT infografico

A temporada atual está simplesmente demais, pelo fato de Emma, Mary Margareth (Branca), David (Encantado), Regina e Capitão Gancho (Colin O’Donoghue, o mais gato da série), personagens tão diferentes e de lados opostos, estão unidos para resgatar Henry da Terra do Nunca, que foi levado até lá a pedido de Peter Pan (Robbie Kay), outra surpresa excelente, pois aqui descobrimos que ele se trata de um vilão poderosíssimo, temido inclusive pelo Senhor das Trevas (seus poderes ainda não foram mostrados, mas ele aparece em qualquer lugar da Terra do Nunca e aparentemente conhece TODA A VIDA das pessoas que estão lá).
Vamos ver até onde isso vai, mas até agora não me decepcionei com a série (que já ganhou um spin-off, Once Upon a Time in Wonderland, mas como eu não tenho paciência para spin-offs, nem assistirei), com uma trama cheia de surpresas, reviravoltas e conexões entre os personagens de diferentes contos de fadas. O mais legal é que, enquanto vemos o desenrolar nos dias atuais, somos apresentados ao passado do(s) personagem(ns) em questão em flashbacks (como em “Lost”), mostrando a vida pré-maldição deles e seus encontros anteriores.
Por falar em “Lost”, a série parece que deu emprego para perto do elenco da finada série de J.J. Abrams, como Emilie de Ravin (Bela), Jorge Garcia (o gigante Anton de “João e o Pé de Feijão”) e Alan Dale (Rei George).
Resumindo, a série é altamente recomendável.

Amo/sou a risadinha do Rumple.

10 aberturas épicas de desenhos animados

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Um dia eu estava me lembrando de algumas aberturas de desenhos animados que eram geniais e decidi fazer essa lista com as 10 mais épicas, levando em consideração a qualidade e/ou criatividade da animação e da música-tema (original ou a versão brasileira), ou todos esses quesitos.
Aqui vão elas (não estão em ordem de importância):

Pole Position (1984)
Por motivos de: música e animação excelentes.

Duck Tales (1987)
Por motivos de: ótima versão brasileira da música-tema, interpretada pelo Luís Ricardo (garoto-propaganda da Tele Sena e ex-Bozo).

Os Seis Biônicos (Bionic Six – 1987)
Por motivos de: canção e animação divertidos.

Cavalo de Fogo (Wildfire – 1986)
Por motivos de: a versão brasileira da canção é muito engraçada por ser um pouco desafinada.

ThunderCats (1985)
Por motivos de: a canção é de arrepiar, e a animação, mais ainda.

Duck Dodgers (2003)
Por motivos de: o tema do desenho é apenas interpretado pelo rei do brega dos EUA Tom Jones, numa vibe meio “007”.

Liga da Justiça Sem Limites (Justice League Unlimited – 2004)
Por motivos de: abertura classuda e tema de arrepiar.

Os Simpsons (The Simpsons – 1989)
Por motivos de: preciso mesmo explicar?
P.S.: Infelizmente não encontrei a versão original da abertura em boa qualidade, então vai a nova mesmo.

The Batman (2004)
Por motivos de: caraca, que trilha maravilhosa é essa!

X-Men (X-Men: Animated Series – 1992)
Por motivos de: a melhor de todas as trilhas de abertura dos desenhos animados. Queria tê-la no meu celular como toque.

Percebe-se que 60% das minhas escolhas são dos anos 80, mas não é pelo fato de ter sido nessa década em que vivi minha infância, e sim porque naquela época sabiam fazer aberturas e desenhos propriamente ditas como nunca.
Alguém pode citar outras aberturas interessantes?

P.S.: Mais tarde, farei uma lista com as melhores aberturas de animes que passaram no Brasil.

[Resenha] ARTPOP

ARTPOP! COVER!

Então, Lady Gaga tentou lançar seu novo álbum só no fim de novembro, mas “ARTPOP” já se encontra na íntegra para downloads ilegais.
O álbum, um dos mais esperados do ano, realmente mostrou a que veio e ouso dizer que é o álbum do ano, desculpa haters.
Além dos singles anteriormente lançados “Applause”, “Aura”, “Venus” e “Do What U Want” (gosto de todos, exceto do último), ARTPOP tem mais músicas excelentes, além de três remixes fabulosos para “Applause”. Minhas favoritas até então são:
“Aura”: Divertidíssima, fará parte da trilha sonora do filme ainda inédito no Brasil “Machete Mata”, no qual Gaga fará uma vilã;
“Venus”: Muito boa também, onde ela faz um paralelo com a deus do amor e os planetas do sistema solar;
“MANiCURE” (não sei qual o problema da Gaga com letras maiúsculas e minúsculas, mas beleza): Parece um rock com palmas, e Gaga faz um trocadilho com homens, cura e manicure (risos);
“ARTPOP”: Na faixa-título ela fala um pouco sobre sua relação com a arte. Eu gosto mais da parte final da música;
“Swine”: Com uma batida nervosíssima (que eu tenho certeza que vai bombar nas baladas), ela compara o cara que ela tá dispensando com um porco, um suíno hehe;
“Donatella”: Essa música lembra muito o começo da carreira dela pelos arranjos, e a letra fala de luxo, moda e sensualidade (homenagem para a amiga Donatella Versace?);
“Fashion!”: Mais moda. Pensei que Gaga iria parar com o tema depois de “The Fame” e “The Fame Monster” mas ok. A música é muito boa;
“Dope”: A depressivinha do CD. Lembra um pouco “Speechless” e é linda!
“Gypsy”: Minha favorita, talvez pelo meu gosto por baladas românticas, mas ela é sensacional de qualquer jeito.
Dessa vez percebe-se que Lady Gaga não experimentou tantas e tantas coisas diferentes como ela fez em “Born This Way” (não que eu não goste desse álbum, pelo contrário), ela usou elementos mais parecidos com seus primeiros CDs, porém ainda sim experimentando novas vertentes, como o hip hop e o eletrônico.
Aprovadíssimo!

Lançados até então apenas o clipe de “Applause” e um lyric video de “Aura”, que seguem abaixo:

Esperamos outros clipes fantásticos (mas com menos simbolismos, por favor)!

[Resenha] Thor – O Mundo Sombrio

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Talvez tenha sido muito pelo fato de eu ir com a expectativa alta (tenho que aprender a controlar mais isso), ou talvez pelo fato do roteiro ser fraco, mas não curti o 2º filme do Deus do Trovão, “Thor – O Mundo Sombrio”.
É um filme exagerado, com todas aquelas mortes, um roteiro em linha reta… Não curti terem trocado os atores que interpretam Fandral e Hogun, nem a morte de um personagem importante (me segurando para não soltar esse spoiler), tampouco ver a Jane Foster (Natalie Portman) sofrendo pelo Thor (Chris Hemsworth) o final é meio “WTF?”, mas que porra foi essa?
Sim, o filme é divertido. A Marvel Studios apostou de novo na Darcy (Kat Dennings) como o alívio cômico, mas ela não está sozinha, pois vários outros personagens têm seus momentos engraçados (afinal, é a marca registrada™ da Marvel nos cinemas). Gostei do desenrolar de Loki (Tom Hiddleston) na trama, gostei do Christopher Eccleston como o vilão.
Mas a história em si é um porre. Vou resumi-la em uma frase, querem ver? Um vilão milenar que acreditava-se estar morto, retorna à Asgard para reaver uma arma capaz de destruir o Universo, e só Thor, com um estranho aliado, seu irmão Loki, pode detê-lo. É basicamente isso. O primeiro filme é até melhor.

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Daí alguém vem e me diz “Tá, Gilga, então Thor 2 é pior do que Homem de Ferro 3?”, e eu direi “Nossa, mas nunca!”. Até o filme da Elektra é melhor do que HdF3 kkkk Tá bom, vou parar de zoar o terceiro filme do Tony Stark, mas resumindo: se forem ao cinema, levem a expectativa voando baixo, bem baixinho, pra ela não aparecer no radar, pois do contrário, cês vão se arrepender.
Título original: “Thor: The Dark World”.
Ano: 2013.
Direção: Alan Taylor.
Elenco: Chris Hemsworth, Natalie Portman, Tom Hiddleston, Stellan Skarsgård, Anthony Hopkins.
Duração: 112 min.
Nota do Gilga: 7.