[Game Retrô] Super Mario World 2 – Yoshi’s Island

Estreando uma nova sessão aqui no blog, o “Game Retrô”. Sim, pois sou um retro gamer, até porque eu não tenho videogame, só emuladores de consoles antigos (Super Nintendo, GameBoy Advance, Playstation), então me divirto ao mesmo tempo em que mato as saudades das “velharias”.

Yoshis_Island_title_screen_GIF_by_Yka

Começamos com esse clássico do SNES, “Super Mario World 2 – Yoshi’s Island”, lançado em 1995, o qual estive jogando nas últimas semanas. Mudando completamente o tema e o protagonista (um Super Mario sem ser Mario o herói? Pois é, mais ou menos…), o jogo conta como Mario, anos antes na “cronologia” do encanador bigodudo, ainda bebê junto com seu irmão gêmeo (sim) Luigi, foi parar na ilha dos Yoshies (Yoshi’s Island), quando a cegonha que os carregava para seus pais (HAHAHAH) foi atacada pelo temível bruxo Kamek, o vilão recorrente da trama e servo do Bowser (que aqui, ainda era uma criança chorona e reclamona).

Os Yoshies, que são oito e um de cada cor (verde, vermelho, azul claro, laranja, púrpura, marrom, lilás e azul escuro, nesta ordem) se revezam para carregar e levar o bebê Mario até seu irmão, através de 6 mapas e cada mapa tem 8 fases. Os Yoshies podem engolir os inimigos (mas nem todos) e transformá-los em ovos, que podem ser arremessados tanto nos inimigos como para abrir as nuvenzinhas com uma interrogação (que contêm itens ou dispositivos). Eles ainda dão uma “voadinha” se, durante o salto, o botão de pulo (A) for pressionado e segurado, o que é muito útil durante o jogo, tanto para se safar dos perigos como para alcançar itens em lugares altos ou distantes.

tall-shy-guy

Quando um Yoshi é atingido por um monstrinho, o bebê Mario cai e fica flutuando dentro de uma bolha (agora não me perguntem como isso é possível) pela tela, chorando incessantemente, e você tem, no mínimo, 10 segundos para recuperá-lo ou os asseclas voadores de Kamek vêm para pegá-lo e então você perde uma vida e precisa recomeçar a fase. Falando no que machuca um Yoshi, as únicas coisas que “matam” o dinossaurinho são espinhos, lava e, obviamente, abismos ou se o cenário te esmagar.
Os Yoshies ainda podem se transformar temporariamente em veículos: helicóptero, carro, tanque-marmota e submarino. Isso tudo para obter todos os itens da jornada: moedinhas (a cada 100 coletadas, você ganha 1 vida), flores (são 5 por fase), moedas vermelhas (20 por fase) e estrelinhas (que são os “segundos” que você pode ficar sem o bebê Mario na garupa, chegando ao máximo de 30 estrelinhas).

Quanto à parte técnica do jogo, o gráfico é um dos mais bonitos e sensacionais para 16-bits, os cenários parecem que foram desenhados com lápis de cor aquareláveis, muito bonitos. E os planos de fundo também são um show à parte. O plano de fundo da fase 5-5 parece um lindíssimo gif animado, com todos aqueles goonies voando em direção ao horizonte. E as batalhas contra os chefes também são divertidas e bem boladas. Aqui, o Kamek funciona como um Gyodai, usando um pozinho mágico que transforma um monstrinho comum num gigante. A minha batalha preferida é contra o Raphael the Raven (Rafael, o corvo rs), na fase 5-8, que você vê no lindíssimo gif abaixo.

YoshisIsland-Raphael

Os efeitos sonoros e as músicas também são memoráveis. Tem cada musiquinha que fica tocando na sua cabeça por um bom tempo. Segue uma das minhas favoritas:

Quase 20 anos depois, SMW2 ainda é um jogo insuperável e divertidíssimo, em que você dificilmente vai se enjoar. Convide os amigos para jogar (quem morrer, passa o controle) e passe uma tarde jogando e rindo com esse jogo maravilhoso!

Extra (em inglês): “Why “Yoshi’s Island” should be studied at game design schools”.

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