[Resenha] Capitão América 2 – O Soldado Invernal

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Bom, vou me esforçar ao máximo pra resenhar “Capitão América 2 – O Soldado Invernal” sem maiores spoilers. Quero dizer que este filme é SEN.SA.CI.O.NAL. Não só porque sou um marvete frenético – sim, sou mesmo e confesso – mas porque é realmente excelente e, dentro do universo cinematográfico da Marvel, ele tá ACIMA DA MÉDIA. Não é um “Homem de Ferro 2” (Tony Stark pagando de gatão em cima do vilão); não é “Thor 2 – O Mundo Sombrio” (que deveria se chamar “Loki – O Filme”); é simplesmente um dos melhores filmes de super-heróis de todos os tempos. Superou – e muito – o primeiro (que aliás, é paradíssimo, diga-se de passagem). Pra vocês terem uma ideia: é tão bom ou até melhor (dependendo do ponto de vista) do que “Os Vingadores”. Sério mesmo.
Um filme que tem conspiração política, espionagem, traições, que inseriu alguns dos mais notáveis vilões da Marvel nos quadrinhos (inclusive um que estava em “Capitão América – O Primeiro Vingador” e passou praticamente despercebido), que alterou o status quo da SHIELD para sempre, um filme de ação com A maiúsculo (olha o trocadilho). Pensa aí um filme de ação, um que você acha que mais tem ação; te garanto que a ação desse “Carga Explosiva” que você pensou aí não chega nem perto de CA2, e não digo que os números de cenas de ação são muitas (não, o filme não é 100% ação), mas as cenas de ação presentes no filme são frenéticas, eletrizantes, de tirar o fôlego. E esqueça aquele humor descarado dos outros filmes do Marvel Studios, pois o 2º filme do Capitão América é sério, tenso, maduro. Não que ele seja sisudo, longe disso. É uma trama tão grave e ameaçadora que nem sentimos (ou não) falta das piadinhas.
Sem entregar muito, vou explanar um pouco sobre alguns dos personagens/atores da história:
Capitão América (Chris Evans): Está mais soldado/espião do que o super-herói propriamente dito. Steve Rogers teve que sair da sua zona de conforto pra desvendar a ameça que se desenrola por debaixo dos panos na trama. E tô começando a “engolir” o Chris Evans nesse papel tão importante no universo cinematográfico da Marvel…
Nick Fury (Samuel L. Jackson): Teve a maior e melhor participação em todas suas aparições até então.
Viúva-Negra (Scarlett Johansonn): Aqui ela pode fazer de tudo, inclusive o que a personagem sabe melhor: espiã e mortal. E a Scarlett gemendo, gente…♥ Só me fez lembrar de “Ela” hahaha
Falcão (Anthony Mackie): Gostei bastante da maneira como o personagem foi introduzido na história: sutil e convincente. E quero vê-lo nos Vingadores, hein, Joss Whedon!
Soldado Invernal (Sebastian Stan): Apesar de não falar muito, quando ele aparece, o filme dá sempre uma guinada de 180°. E parabéns pelas cenas de lutas, rapazes;
Alexander Pierce (Robert Redford): Apesar de ser um personagem um tanto quanto desconhecido e sem muita importância nos quadrinhos, aqui ele tem um grande destaque. Fiquem de olho nele!
E só acho que a Agente 13 (Emily Vancamp) poderia ter aparecido mais.
Sobre as cenas pós-créditos (sim, são duas, assim como foi em “Thor 2”): apesar de a primeira ser bem provocativa, achei fraquinha a participação dos carinhas lá que não vou contar quem são. E a 2ª é curtinha mas bem interessante.
Enfim, só posso dizer que “Capitão 2” é totalmente excelente e que, se este filme fosse um belo rapaz homossexual, certamente me casaria com ele rsrsrs
Assistam logo!

Título original: “Captain America – The Winter Soldier”.
Ano: 2014.
Direção: Anthony e Joe Russo (vulgos “Irmãos Russo).
Elenco: Chris Evans, Samuel L.Jackson, Scarlett Johanson, Robert Redford.
Duração: 128 min.
Nota do Gilga: 10.
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P.S.: Sobre as estreias nos cinemas às quintas no Brasil: hoje foi a 1ª vez que fui numa estreia na quinta-feira, e achei interessante por dois fatores:
1) O preço é o mesmo que durante a semana;
2) Como ainda tem muita gente que não sabe da novidade, a sessão em que fui tava praticamente vazia, então não precisei me preocupar com a lotação da sala. E fui o último a sair da sala, pois o pessoal achou que só tinha UMA cena pós-créditos. Ah, como é bom ser um menino bem informado hehe
Ah! E uma coisa que achei estranha: as estreias não aparecem nos sites dos cinemas (pelo menos os daqui, não). Eu só encontrei os cinemas e horários das sessões nesse aplicativo do Omelete (que aliás, tá de parabéns).

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[Resenha] Noé

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Mesmo antes de lançarem os trailers de “Noé”, eu já estava animado com o projeto, que já parecia ser grandioso, que pra quem não sabe, é a adaptação de uma HQ da editora Image (“Noah” foi escrita pelo próprio diretor do filme, Darren Aronofsky), fora o elenco etc. Depois dos primeiros vídeos, me animei mais um pouco, gostei de ver a atmosférica “bélica” do filme, pois Noé e a família precisam defender a arca de um exército que também queria se salvar do dilúvio (creio que isso não seja mostrado na Bíblia). Depois da estreia de “Noé”, na semana passada, alguns amigos/contatos assistiram e fizeram comentários negativos sobre o filme, de que acharam ruim e tal, daí desanimei bastante e fui com a expectativa baixíssima ao cinema. E não é que me surpreendi? O filme é muito bom sim, e fortíssimo (me fez chorar, inclusive), bela fotografia, atuação monstruosa (no melhor dos sentidos) de Russell Crowe e Jennifer Connely… São muitos os pontos positivos. Mas vou falar agora do que me incomodou:

  • Roupas e ferramentas à frente da época: a não ser que Aronofsky quis ter feito a história de Noé ambientada num universo retrofuturista, a direção de arte do filme está equivocadíssima. Tipo, em que época se passa a história do dilúvio? Uns 4000 anos antes de Cristo, não? Então, não pode ter existido naquela época tão remota casacos com costura e tudo (sendo que na Antiguidade eram usados peles de animais e no máximo, uns tecidos enrolados no corpo), e máscara de ferro para os ferreiros (tipo aquelas usadas pelos soldadores, para proteger os olhos), pelo menos não com os designs apresentados na trama. Isso me incomodou bastante;
  • A família de Noé era vegetariana: Oi? Se ele respeitava tanto a vida assim, porque deixou que TODA A HUMANIDADE morresse no dilúvio? Fica aí a dúvida;
  • A água veio por cima e POR BAIXO: Acho que Deus do filme de Aronofsky estava tão impaciente e não quis esperar que o dilúvio acontecesse só com a água da chuva, e mandou os lençóis freáticos para cime em geisers gigantes pra inundar tudo logo de uma vez. OK então.

Também teve toda o clima de “Deus vingador, magoado, irado e ressentido”, mas isso sei que ocorre muito na Bíblia e é só um dos motivos que me levam a não levar o livro sagrado dos cristãos a sério. De resto, o filme é “de boa”. Muita gente ficou indignada com os Guardiões (não vou explicar do que se tratam pra não dar muito spoiler), mas acho que, dentro do contexto da trama do filme, até que faz sentido (incluindo também o desfecho deles). Outras sacadas que gostei da história foram:

  • Os animais foram “dopados” e ficaram assim durante toda a viagem (com uma pajelança da mulher do Noé – olhaí o paganismo), o que responde a questão de como ele alimentou todos aqueles animais por vários dias e como os carnívoros não devoraram os herbívoros, etc;
  • Os continentes eram todos juntos, como era a Pangeia (e assim, facilita o lance dos animais povoarem toda a Terra);
  • Junto com a família de Noé foi uma menina (interpretada por Emma Watson) adotada por ele, e logo, não foi necessário apelarem para o incesto para “repovoarem” a Humanidade.
  • Quando Noé conta a origem do mundo, as cenas mostram como foi segundo os evolucionistas, e não como os criacionistas. Achei ousado e divertido.

Resumindo: um filmaço, forte, épico, grandioso e recomendado!

Título original: “Noah”.
Ano: 2014.
Direção: Darren Aronofsky.
Elenco: Russell Crowe, Jennifer Connely, Emma Watson, Logan Lerman, Anthony Hopkins.
Duração: 178 min.
Nota do Gilga: 8,5.

Puro Amor #27

Se Deus existe, a prova de sua existência seria Maikel Castro.
Esse mineirinho da cidade de Leopoldina tem 25 anos (16/09/1988), tem 1,82m de altura e tem uma escultura perfeita no lugar do corpo.
Eu estava escolhendo as fotos pro post (e suando muito, pois são todas muito quentes rs) e acabei decidindo por 12 no blog, sendo que sempre coloco 9, mas pra essa belezura de homem, abri uma exceção.
Deleitem-se:

Como ele tem MUITAS fotos de sunga (tanto que eu só coloquei UMA na galeria com ele vestido, pra dar uma “equilibrada” hehe), e geralmente ele está molhado, reparei que ele não tem “muita coisa” “em casa” (se é que vocês me entendem), mas eu abriria uma exceção pra ele numa boa. Prova de que tamanho não é documento.

Quer ver o boy ~em live action~? Ele participou (junto de outros modelos delícia, todos peladitchos) do clipe “Sou Como Sou”, da Preta Gil, que você confere abaixo:

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