Novo trailer de Final Fantasy XV e mais

Ontem saiu novo trailer de “Final Fantasy XV”. Assistam primeiro e depois eu comento.

O jogo tá incrivelmente lindo (apesar de eu ter minhas ressalvas quanto a gráficos demasiadamente realistas que fazem os jogos hoje em dia parecerem um filme, mas isso é assunto para um outro dia), e mostra quatro personagens masculinos andando de caranga e enfrentando monstros dos mais variados tipos e tamanhos (têm uns que são bem colossais). Tô bem curioso em como vai ser o sistema das batalhas, tá parecendo que vai ser um RPG de ação tipo Kingdom Hearts.
O game vai estrear sabe lá quando em 2015 (mas segundo estão falando, vai ganhar uma demo “”em breve””), e parece que vai ficar foda sim, até porque já são 8 anos que a Square-Enix tá produzindo ele, mas enfim…

E tem mais novidades: uma caralhada de spin-offs da saga foram anunciadas para diversas plataformas, tais como o remake HD  de “Final Fantasy Type-0” (para XOne e PS4), o lançamento de “Final Fantasy XIII” para PC e Steam, “Final Fantasy VII: G-Bike” (você joga com o Cloud de motinha, trailer aqui), e um outro que chamou bastante minha atenção que foi “Final Fantasy Explorers”. Veja o trailer:

Gostei que os personagens têm jobs clássicas de FF: knight, paladin, monk, white mage, black mage e mais uma que não consegui identificar (se eu descobrir, atualizo aqui), além de poder jogar com personagens de outros capítulos da saga, tais como Cloud, Squall, Terra e Lightning (revelados até então). O jogo é tipo um “monster hunter” e será lançado para 3DS em 18 de dezembro.

Fontes: Gamesfoda e Kotaku.

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[Game Retrô] Final Fantasy Tactics

Depois de um longo hiato, cá estou eu com um joguinho antigo porém sensacional. Hoje vou falar de um dos melhores jogos de estratégia de todos os tempos: “Final Fantasy Tactics”.
Lançado para PlayStation entre 1997 e 1998, o Tactics é um RPG em que a batalha é feita numa espécie de tabuleiro, geralmente com 140 casas (panels), e nele tanto seus personagens como os monstros e chefes se locomovem e se posicionam estrategicamente para desferir ataques e lançar magias. Segue sua cena de abertura:

A história conta a saga do jovem Ramza Beoulve, irmão mais novo dos fidalgos Beoulve que secretamente disputam o poder pelo reino fictício de Ivalice (e o mais recorrente entre a saga Final Fantasy). Aliás, a trama é bem elaborada e complexa, cheia de plot twists e digna de um “Game of Thrones”, repleta de conspirações, traições, mortes, um clássico rapto de princesa que depois descobre que não é princesa… Vários babados e confusões. Dentre os outros personagens da história, os mais legais são Mustadio Bunanza (que é um Enginer/Machinist), Agrias Oaks (Holy Knight), Beowulf Cadmus (Temple Knight) e o “roubado” Orlandu (Holy Swordsman), que é tão forte que geralmente mata um inimigo com um golpe só.

Ramza jovem e com 23 anos.

Ramza jovem e com 23 anos.

FFT resgata um dos lances mais legais dos Final Fantasy clássicos que é o sistema de classes (Jobs), cada uma com sua peculiaridade, sendo física, mágica ou mista. As inicias são Squire (“escudeiro”, uma espécie de “aprendiz” com ataques físicos) e Chemist, única job que pode usar itens. Abaixo, fiz uma rápida tabelinha de como habilitar todas do jogo:

classes
O jogo, além das batalhas que você é obrigado a lutar na história (e, dependendo do level que seus personagens estão, são bem difíceis), têm as aleatórias no mapa, além das quests (missions), que você envia os personagens secundários em aventuras que te fornecem JPs (Job Points, o que faz o personagem aprendar as skills das Jobs) e Gil (grana), além de poder desbloquear personagens secretos, como o anteriormente citado Beowulf e sua amada Reis Dular, Worker 8, Byblos e até Cloud Strife (de Final Fantasy VII), as técnicas secretas Ultima (que você aprende com a job Squire de Ramza) e o summon Zodiac, equipamentos escondidos nos cenários (que podem ser encontrados com a ability passiva “Move Find-Item”) e ao matar monstros, se o personagem estiver usando a skill passiva “Secret Hunt”, disponibiliza itens bem raros na Fur Shop, e além disso tudo você pode tornar um monstro seu aliado com as skills da job Mediator e, por fim, o jogo ainda tem uma dungeon opcional, a “Deep Dungeon”, que têm 10 andares e cada andar é uma batalha (a última, com um poderoso chefe, o mago Elidibus), com alguns dos inimigos mais poderosos e itens mais raros do jogo. Dá pra “perder” umas boas 50 horas para fazer todas as side quests.

Outro ponto alto do jogo – como de praxe nos FFs – são os efeitos sonoros e as trilhas, uma mais emocionante que a outra. Uma das minhas preferidas é essa abaixo, que toca nas batalhas aleatórias e que é um misto de tensão com épico de aventura:

A única coisa que o jogo peca é nas traduções mal feitas em alguns nomes de monstros clássicos e em algumas skills, e até as classes aqui receberam outros nomes (como o White Mage que virou “Priest”) etc, mas fora isso, FFT é um clássico que merece sempre ser revisitado (tanto que ganhou um remake para PSP, o “The War of the Lions”) e até hoje é muito lembrado pelos fãs de estratégia/RPG, PS e da Square-Enix.

Fonte: Final Fantasy Wikia.

[Game Retrô] Super Mario World 2 – Yoshi’s Island

Estreando uma nova sessão aqui no blog, o “Game Retrô”. Sim, pois sou um retro gamer, até porque eu não tenho videogame, só emuladores de consoles antigos (Super Nintendo, GameBoy Advance, Playstation), então me divirto ao mesmo tempo em que mato as saudades das “velharias”.

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Começamos com esse clássico do SNES, “Super Mario World 2 – Yoshi’s Island”, lançado em 1995, o qual estive jogando nas últimas semanas. Mudando completamente o tema e o protagonista (um Super Mario sem ser Mario o herói? Pois é, mais ou menos…), o jogo conta como Mario, anos antes na “cronologia” do encanador bigodudo, ainda bebê junto com seu irmão gêmeo (sim) Luigi, foi parar na ilha dos Yoshies (Yoshi’s Island), quando a cegonha que os carregava para seus pais (HAHAHAH) foi atacada pelo temível bruxo Kamek, o vilão recorrente da trama e servo do Bowser (que aqui, ainda era uma criança chorona e reclamona).

Os Yoshies, que são oito e um de cada cor (verde, vermelho, azul claro, laranja, púrpura, marrom, lilás e azul escuro, nesta ordem) se revezam para carregar e levar o bebê Mario até seu irmão, através de 6 mapas e cada mapa tem 8 fases. Os Yoshies podem engolir os inimigos (mas nem todos) e transformá-los em ovos, que podem ser arremessados tanto nos inimigos como para abrir as nuvenzinhas com uma interrogação (que contêm itens ou dispositivos). Eles ainda dão uma “voadinha” se, durante o salto, o botão de pulo (A) for pressionado e segurado, o que é muito útil durante o jogo, tanto para se safar dos perigos como para alcançar itens em lugares altos ou distantes.

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Quando um Yoshi é atingido por um monstrinho, o bebê Mario cai e fica flutuando dentro de uma bolha (agora não me perguntem como isso é possível) pela tela, chorando incessantemente, e você tem, no mínimo, 10 segundos para recuperá-lo ou os asseclas voadores de Kamek vêm para pegá-lo e então você perde uma vida e precisa recomeçar a fase. Falando no que machuca um Yoshi, as únicas coisas que “matam” o dinossaurinho são espinhos, lava e, obviamente, abismos ou se o cenário te esmagar.
Os Yoshies ainda podem se transformar temporariamente em veículos: helicóptero, carro, tanque-marmota e submarino. Isso tudo para obter todos os itens da jornada: moedinhas (a cada 100 coletadas, você ganha 1 vida), flores (são 5 por fase), moedas vermelhas (20 por fase) e estrelinhas (que são os “segundos” que você pode ficar sem o bebê Mario na garupa, chegando ao máximo de 30 estrelinhas).

Quanto à parte técnica do jogo, o gráfico é um dos mais bonitos e sensacionais para 16-bits, os cenários parecem que foram desenhados com lápis de cor aquareláveis, muito bonitos. E os planos de fundo também são um show à parte. O plano de fundo da fase 5-5 parece um lindíssimo gif animado, com todos aqueles goonies voando em direção ao horizonte. E as batalhas contra os chefes também são divertidas e bem boladas. Aqui, o Kamek funciona como um Gyodai, usando um pozinho mágico que transforma um monstrinho comum num gigante. A minha batalha preferida é contra o Raphael the Raven (Rafael, o corvo rs), na fase 5-8, que você vê no lindíssimo gif abaixo.

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Os efeitos sonoros e as músicas também são memoráveis. Tem cada musiquinha que fica tocando na sua cabeça por um bom tempo. Segue uma das minhas favoritas:

Quase 20 anos depois, SMW2 ainda é um jogo insuperável e divertidíssimo, em que você dificilmente vai se enjoar. Convide os amigos para jogar (quem morrer, passa o controle) e passe uma tarde jogando e rindo com esse jogo maravilhoso!

Extra (em inglês): “Why “Yoshi’s Island” should be studied at game design schools”.

[Resenha] Pokémon Origins

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No último dia 02 foi lançado um especial com 4 episódios (eu contei 5, mas blz) de “Pokémon Origins”, um anime sem o Ash mas com o Red, o protagonista original do game Pokémon, e de seu rival, o Green (do qual o Gary é baseado).
Vou soltar spoilers leves, OK? Red não escolhe o Pikachu (até porque a gente sabe que o Pikachu NÃO É um pokémon inicial), mas sim um Charmander, o qual nem preciso dizer que Red vai evoluir e deixá-lo fodão pra capturar todos os pokémon (pelo menos 150 da 1ª geração) – e, assim, completar a Pokédex a pedido do Professor Carvalho Ookido -, vencer todas a batalhas e conquistar todas as insígnias dos Ginásios, enquanto o Green vai de Squirtle. Isso tudo contado rapidamente, já que são só 4 ou 5 episódios.
No começo achei o anime meio violento (o que foi aquela primeira batalha entre Red e Green, com o Charmander chorando de dor?), mas pelo que eu soube, o mangá é ainda mais sangrento, mas mesmo assim achei forte (até porque tem o público infantil, né?), pois vemos coisas do tipo fantasmas de pokémon assassinados (sim) e a malvadona Equipe Rocket (os criminosos de preto do game, não os bobalhões Jesse, James e Meowth do anime convencional) torturando pokémon ao usarem-os como cobaias etc. Fora isso, o anime é tudo o que um fã sempre quis ver num anime de Pokémon. E com direito até à uma Mega Evolução 😉
Não vou incorporar o vídeo, mas você pode assistir a todos os episódios legendados aqui (créditos para o Anitube).
Pfvr Nintendo, continue assim e faça um anime regular de Pokémon nesse naipe, sem Ash. Grato.

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Uma das partes mais emocionantes do anime :’)

 

50 anos de Vingadores

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Em 10 de setembro de 1963 chegava às bancas ianques “Avengers #1”, o gibi que reunia, em uma superequipe de cinco integrantes, que já haviam estreado em outro títulos da Marvel: Homem de Ferro (das páginas de “Tales of Suspense”), Thor (“Journey into Mistery”), Hulk (que já possuía título próprio no ano anterior, “The Incredible Hulk”) Homem-Formiga e Vespa (ambos em “Tales to Astonish”). Trazida à vida pelas lendárias mãos de Stan Lee e Jack Kirby, a equipe de heróis foi criada como em resposta à Liga da Justiça, da concorrente DC Comics, e trazia uma trama que colocava o Hulk em rota de colisão com os outros quatro superseres como parte de um plano do ardiloso Loki, deus nórdico da trapaça, para vingar-se de seu meio-irmão Thor. Obviamente os heróis descobriram o plano do vilão e se uniram para detê-lo.
Já na 4ª edição da revista, os Vingadores (agora sem o Hulk, que saiu devido ao seu tão conhecido humor instável) encontraram acidentalmente (enquanto perseguiam Namor, o Príncipe Submarino), congelado no Ártico, o Capitão América, o herói da Segunda Guerra Mundial, que se uniu à equipe e tornou-se o líder mais famoso, não só dos Vingadores, mas como de todos os heróis da Marvel.
O supergrupo teve pelo menos uma centena de membros engrossando suas fileiras durante estas cinco décadas, tais como Homem-Aranha, Wolverine, Miss Marvel (atualmente “Capitã Marvel”), Hércules, Fera, Mulher-Hulk, Demolidor e até Sr. Fantástico, Mulher-Invisível e Coisa, do Quarteto Fantástico.
Vou citar 5 grandes momentos da equipe, um em cada década:

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Anos 60
Claro que o grande momento da equipe só poderia ser a origem da mesma, mas não serei tão óbvio assim e vou escolher a “Gangue do Capitão” como o momento marcante da década dos Beatles. Por motivos pessoais, os membros fundadores Homem de Ferro, Thor, Vespa e Homem-Formiga (agora “Gigante”, apenas um dos tantos codinomes adotados pelo cientista Hank Pym) deixaram a equipe, e o Capitão América resolve montar uma nova versão dos Vingadores só com ex-criminosos que estavam tentando se regenerar. Eram eles: Gavião Arqueiro (foi um vilão nas histórias do Ferroso), Feiticeira Escarlate e Mercúrio (ex-membros da Irmandade de Mutantes, inimigos dos X-Men). Por esse motivo essa formação era chamada de “gangue” pela imprensa.

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Anos 70
A “Guerra Kree-Skrull” foi um dos maiores momentos dos Vingadores, quando a equipe vai para o espaço para tentar evitar a guerra entre as duas famosas raças alienígenas, com a ajuda do Capitão Marvel. Nesta mesma época se iniciou o romance entre Feiticeira Escarlate e o sintozóide (andróide com sentimentos) Visão.

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Anos 80
Uma segunda equipe foi concebida por Roger Stern e Bob Hall, os Vingadores da Costa Oeste, sediada na Califórnia. A equipe contava com Gavião Arqueiro (líder), Homem de Ferro (usando a clássica armadura Centurião de Prata), Magnum, Tigresa e Harpia. Uma das melhores fases dessa versão foi na passagem do talentoso roteirista e desenhista John Byrne, e posteriormente Visão e Feiticeira Escarlate ingressaram na equipe, entre outros.

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Anos 90
A saga “Operação Tempestade Galática” foi ótima, mas como era uma nova guerra envolvendo os Krees (agora contra os Shiars), não vou escolhê-la, nem tampouco “Heróis Renascem” (pelas mãos do Rob “Lixo” Liefeld, pior desenhista-vilão), vou ficar com o excelente crossover da equipe com os X-Men em Genosha, na saga “Laços de Família”, quando um dos ex-acólitos de Magneto sequestra Luna, neta do Mestre do Magnetismo e que é filha dos vingadores Mercúrio e Cristalys, forçando uma excepcional aliança entre as duas equipes.

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Anos 2000
Sem sombra de dúvidas, “New Avengers”, em 2005. Esse título é um divisor de águas do supergrupo, que colocou os Vingadores em evidência. Pelas mãos dos talentosos Brian Michael Bendis e David Finch, essa encarnação da equipe foi reunida pelo Capitão América após “Vingadores: A Queda” (quando a Feiticeira enlouquece e mata metade da equipe, e o grupo desmantelou-se depois) tinha os heróis Homem de Ferro, Luke Cage, Sentinela, Ronin – e, a grande sacada do Bendis – Homem-Aranha, Wolverine e Mulher-Aranha. O título repetia a fórmula da equipe original, quando grandes sucessos de outros títulos ingressaram nos Vingadores. E como não citar também a saga “Guerra Civil” (2006), que mudou os heróis Mavel para sempre?

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Anos 2010
“Vingadores vs X-Men”. Fenomenal! E está saindo atualmente pela Editora Panini aqui no Brasil. As duas grandes equipes da Casa das Ideias entram em conflito por causa de Esperança Summers e a Força Fênix.

—-> E lembrando, já que os mutantes foram mais uma vez citados aqui, que 2013 também é comemorado os 50 anos de X-Men. Não podemos esquecer.

Também é importante citar Os Supremos (The Ultimates), a versão alternativa dos Vingadores do Universo Ultimate, uma encarnação mais sisuda e violenta dos Heróis Mais Poderosos da Terra (eu não curto muito essa versão um pouco por isso). Nesse título, a equipe foi criada pela SHIELD e trabalham para o governo (como a original também já, mas nem sempre foi assim). É aqui que Nick Fury é um negão careca.

Vamos falar dos Vingadores, agora em outras mídias?

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Videogames:
Um clássico dos clássicos é “Captain America & The Avengers” (1991, Data East), para SNES e arcade, um difícil jogo de fase onde você pode escolher entre Capitão America, Homem de Ferro, Gavião Arqueiro ou Visão. É tosco, mas legal.
Apesar de não ser apenas com os Vingadores (mas todos os heróis jogáveis foram ou seriam membros da equipe), “Marvel Super Heroes: War of the Gems” (1996, Capcom), o jogo de fase para SNES mostrava a saga “Desafio Infinito”, e é possível escolher entre Capitão América, Homem-Aranha, Wolverine, Hulk e Homem de Ferro, e enfrentar o vilão Thanos.
Também posso citar os games de luta “Marvel Super-Heroes” (1996), Marvel Super Heroes vs. Street Fighter (1997) e “Marvel vs Capcom” 1 (1999), 2 (2000) e 3 (2011), todas da Capcom.

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Desenhos animados:
Deixando de lado os “desenhos desanimados Hanna-Barbera” de Capitão América, Homem de Ferro e Hulk, temos “Avengers: United They Stand” (1999-2000) que tentou inovar ao trazer uma equipe com vingadores que nunca tiveram desenhos (eram eles: Hank Pym, Vespa, Falcão, Visão, Feiticeira Escarlate, Magnum e Tigresa) e que, por este motivo, não fez sucesso e a série só teve 13 episódios; o interessantíssimo porém infelizmente cancelado na 2ª temporada “Avengers: Earth’s Mightiest Heroes” (2010-2012), que tinha a formação original da equipe das HQs e era muito fiel aos quadrinhos, mas a Marvel Studios decidiu cancelar a série para criar “Avengers Assemble” (2013), um novo desenho com uma formação mais parecida com a do filme, pra atrair o público que conhece os Vingadores dos cinemas (a mesma jogada de sempre, aff!). Vi os 3 primeiros episódios e achei um saco. Mas enfim.

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Filmes:
Depois de cinco filmes para preparar território (dois do Hulk, dois do Homem de Ferro, um do Thor e um do Capitão America), “Os Vingadores” (2012) foi um sucesso estrondoso e uma das maiores bilheterias do cinema. E o segundo filme, “Avengers: Age of Ultron”, estreia em maio de 2015, e a grande novidade será a aparição dos jovens Mercúrio (Aaron Taylor-Johnson) e Feiticeira Escarlate (atriz ainda não definida). Expectativas!

Concluindo: eu iniciei fanboyzice por quadrinhos de super-heróis (basicamente Marvel) há exatos 20 anos, e desde lá os meus favoritos foram por muito tempo os X-Men, porém, a partir de Os Novos Vingadores (citado anteriormente), o meu apreço pela equipe do Capitão América foi aumentando ao ponto de ser a minha revista favorita. Desculpaí, X-Men e sociedade!

Então aqui fica meus parabéns ao cinquentenário da equipe e não se esqueçam: AVANTE, VINGADORES!

[ATUALIZAÇÃO] A Marvel está lançando uma série de capas comemoritvas. Vejam estas feitas pelo desenhista John Cassaday e estas que formam um gigante e lindo painel com quase todos os Vingadores, por Daniel Acuña.

[Resenhas] Demolidor nº1 e Kingdom Hearts em mangá

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A Panini Comics lançou em um encadernado as 6 primeiras edições da nova série do Demolidor pós-Terra das Sombras, com roteiros de Mark Waid (“O Reino do Amanhã”, “Capitão América”) e desenhos de Paolo Rivera (“Homem-Aranha”).
A série venceu o Prêmio Eisner (o Oscar dos quadrinhos™) de melhor série e melhor escritor em 2012, justamente na inovação que ela trouxe, primeiramente pelas excelentes histórias (o que se pode apenas nas seis primeiras edições) e também em como os criadores foram criativos em ilustrar o funcionamento dos poderes de Matt Murdock, fazendo com o que o leitor “enxergue” como o herói enxerga com seu super-radar, e como todos os detalhes de uma cena não passam despercebidas por ele, conforme esta página dupla. Demais!
É a melhor série do Demolidor que leio deste a fase de Frank Miller nos anos 80 e umas das melhores HQs que li neste ano. Recomendo!

Título original: “Daredevil”.
Ano: 2011-2012.
Autores: Mark Waid, Paolo Rivera, Marcos Martin e Joe Rivera.
Editora: Panini Comics.
Lançamento: Junho/2012.
148 páginas
Nota do Gilga: 9,5.
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Apesar de ainda não ter conseguido adquirir a edição nº1 (esgotou por onde foi distribuído – alô, Editora Abril!), li edições 2, 3 e 4 do mangá de Kingadom Hearts, e o material é simplesmente belíssimo. O roteiro peca por ser infantil demais, mas a arte do artista Shiro Amano (roteirista e desenhista) salva o mangá inteiro. Como não se emocionar com o mangá baseado em uma das mais sensacionais séries de RPG de todos os tempos, com o genial crossover entre personagens da Disney com os de Final Fantasy?
Apesar de o material não ser lá bonito (não temos as páginas coloridas do material original) e do preço estar salgadinho, recomendo o mangá pelo conjunto da obra, principalmente se você já é fã do game. E o mais legal de tudo: a Abril vai lançar mais duas séries de KH. Mal posso esperar!

Título original: “Kingdom Hearts”.
Ano: 2003-2005.
Autor: Shiro Amano.
Editora: Abril.
Lançamento: Maio/2012 – Agosto/2012.
Varia de edição para edição – 4 edições.
Nota do Gilga: 8.

[Games] O que vem por aí

Final Fantasy XV

Como a maioria de vocês devem saber, está ocorrendo em Los Angeles desde o dia 10 (terminando amanhã) a E3 (Electronic Entertainment Expo), uma conferência anual de games.
Foram apresentadas muitas novidades, incluindo o visual dos novos consoles XBox One (da Microsoft) e do PlayStation 4 (Sony), e os lançamentos das produtoras.
Como eu tenho essa queda (ou seria abismo?) por RPGs, fiquei empolgadíssimo com os lançamentos da Square-Enix: Kingdom Heart 3 e Final Fantasy XV.

O trailer (na verdade, um teaser) de KH3 não mostra muita coisa, mas só pelo fato de anunciarem o lançamento (porém sem data definida) para este que é praticamente um ~Chinese Democracy~ dos games (já se passaram 8 anos desde o lançamento do segundo game da saga) já deixou muita gente empolgada, incluindo euzinho. Além de ser um jogo para PS4, KHIII também será lançado para o XOne:

Outra surpresa gostosa também é terem anunciado que o capítulo Versus do FF XIII (jogo anunciado há uns 2 anos antes) “virou” o FFXV, um belíssimo game mostrado no trailer empolgante abaixo!  O gameplay tá massa (assista aqui), as batalhas não têm turnos, seguindo mais ou menos como são as de KH, porém com mais interatividade. Também sem data de lançamento, para PS4 e XOne.

E por fim, direto da ~Casa da Nintendo~, o novo Pokémon X e Y, para Nintendo 3DS, mostra um novo visual para as batalhas e um novo tipo de pokémon, os Fadas (Fairies). Lançamento: outubro de 2013:

Agora só falta ter grana pra comprar pelo menos um desses consoles e jogar esses maravilhosos games, né? *-*

Videogame é cultura SIM

videogamecultura

Ainda não me manifestei no GD sobre a declaração da ministra da Cultura Marta Suplicy de que “videogame não é cultura” (ao explicar o que poderá ser adquirido com o maneiríssimo “vale-cultura”), mas vou aproveitar agora que li essa excelente carta que a Square-Enix enviou para a ministra e usar, sob licença, o texto (adaptado) do meu amigo Leonardo de Almeida, para demonstrar nosso repúdio a tal opinião tão infeliz:

Ok, vamos lá… Como alguém ousa dizer que videogames não são arte?
Jogos como Castlevania: Symphony of the Night trazem arquiteturas dignas de um gênio, quadros belíssimos como pano de fundo, músicas lindas que emocionam, e outros como Chrono Trigger e Final Fantasy, que trazem diálogos inteligentes, coesos e dignos de uma verdadeira poesia; o teor cinematográfico de Metal Gear Solid então, por exemplo, é de chamar a atenção de qualquer Spielberg (que por sinal já se envolveu com games alguma vezes)…
Toda arte passa por isso, sei que com o cinema foi assim, os games envolvem SIM todo tipo de arte com um conteúdo quase nunca visto em outras obras: a interatividade. Poderia redigir um texto ainda mais quilométrico, mas acho que ainda assim não iria conseguir dizer tudo que penso.

Resumindo: qualquer pessoa minimamente inteligente e que não seja retrógrada consegue sentir a arte nos games. Nem todos… Como nem todos os filmes e “músicas” são obras de arte, mas a capacidade está lá, basta ter ARTISTAS por trás.”

Verdade.

PS4 está para chegar!

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Foi anunciado ontem pela Sony o PlayStation 4, que ainda não tem valor definido e nem data certa, porém está prometido para o fim do ano.
Outra coisa que não foi revelado foi o design do console em si (a Sony afirmou que é para não esgotar o assunto até seu lançamento), mas o controle é o mesmo das imagens vazadas de alguns dias atrás. O controle terá touchpad e entrada para fones de ouvidos, além de sensor para reconhecimento de movimentos.
Haverá maior interação com o PS Vita e com redes sociais (inclusive no controle tem um botão “Share”), sendo também possível o compartilhamento de vídeos dos jogos.
Falando neles, os que já estão confirmados são: Diablo III (vejam só), Killzone: Shadow Fall, Knack, Drive Club, Infamous: Second Son, Watch Dogs, Deep Down (título provisório para o jogo medieval da Capcom), The Witness, Destiny, algum Final Fantasy (a Square-Enix ainda não falou qual) e um novo God of War.
Esperamos, com muita expectativa, mais imagens dos jogos e do console em si.

Especificações técnicas aqui.

O visual invocado do controle do PS4.

O visual invocado do controle do PS4.