[Resenha] ARTPOP

ARTPOP! COVER!

Então, Lady Gaga tentou lançar seu novo álbum só no fim de novembro, mas “ARTPOP” já se encontra na íntegra para downloads ilegais.
O álbum, um dos mais esperados do ano, realmente mostrou a que veio e ouso dizer que é o álbum do ano, desculpa haters.
Além dos singles anteriormente lançados “Applause”, “Aura”, “Venus” e “Do What U Want” (gosto de todos, exceto do último), ARTPOP tem mais músicas excelentes, além de três remixes fabulosos para “Applause”. Minhas favoritas até então são:
“Aura”: Divertidíssima, fará parte da trilha sonora do filme ainda inédito no Brasil “Machete Mata”, no qual Gaga fará uma vilã;
“Venus”: Muito boa também, onde ela faz um paralelo com a deus do amor e os planetas do sistema solar;
“MANiCURE” (não sei qual o problema da Gaga com letras maiúsculas e minúsculas, mas beleza): Parece um rock com palmas, e Gaga faz um trocadilho com homens, cura e manicure (risos);
“ARTPOP”: Na faixa-título ela fala um pouco sobre sua relação com a arte. Eu gosto mais da parte final da música;
“Swine”: Com uma batida nervosíssima (que eu tenho certeza que vai bombar nas baladas), ela compara o cara que ela tá dispensando com um porco, um suíno hehe;
“Donatella”: Essa música lembra muito o começo da carreira dela pelos arranjos, e a letra fala de luxo, moda e sensualidade (homenagem para a amiga Donatella Versace?);
“Fashion!”: Mais moda. Pensei que Gaga iria parar com o tema depois de “The Fame” e “The Fame Monster” mas ok. A música é muito boa;
“Dope”: A depressivinha do CD. Lembra um pouco “Speechless” e é linda!
“Gypsy”: Minha favorita, talvez pelo meu gosto por baladas românticas, mas ela é sensacional de qualquer jeito.
Dessa vez percebe-se que Lady Gaga não experimentou tantas e tantas coisas diferentes como ela fez em “Born This Way” (não que eu não goste desse álbum, pelo contrário), ela usou elementos mais parecidos com seus primeiros CDs, porém ainda sim experimentando novas vertentes, como o hip hop e o eletrônico.
Aprovadíssimo!

Lançados até então apenas o clipe de “Applause” e um lyric video de “Aura”, que seguem abaixo:

Esperamos outros clipes fantásticos (mas com menos simbolismos, por favor)!

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A Lei de Gaga


Este post é uma declaração de amor.
Vou falar de uma nova-iorquina que nasceu em 28 de março de 1986 com o nome (*respiração profunda*) Stefani Joanne Angelina Germanotta, que compõe desde os 13 anos e, por ter sido comparada ao Freddie Mercury, autointitulou-se Lady Gaga em homenagem à canção “Radio Ga Ga”, do Queen.
Fazia composições pro Akon e começou abrindo shows do The New Kids On The Block e do The Pussycat Dolls até que lançou seu primeiro álbum em agosto de 2008. Seu 1º single foi “Just Dance”, o qual confesso que não me atraiu muito (hoje, no entanto…), mas foi quando estourou “Poker Face” que ela conseguiu chamar a minha atenção. Com “Love Game” eu já estava de quatro por ela! =D
Em menos de um ano ela já estava dominando o mundo, barbarizando com seus modelitos, penteados e clipes (até dizer que ela era hermafrodita, disseram) e ganhando prêmios. Como no VMA (premiação da MTV), onde ela levou o Astronauta de Prata como Artista Revelação 2009 e, em seu discurso, agradeceu a todos os gays por seu sucesso. Nada mais justo! É a diva gay da atualidade. E a apresentação dela, com a ótima “Paparazzi”, foi felomenal! Adorei aquele exagero e despautério todo. 😛
Hoje, com álbum novo recém lançado, geral se emociona quando é anunciado clipe novo e até com a Beyoncé ela gravou (“Telephone” no seu “The Fame Monster” e o videoclipe “Videophone”). Não consigo ficar passível quando toca uma música dela, e creio não estar sozinho nessa.
Quando o mundo pop estava calminho e demonstrando que nada novo aconteceria (Michael Jackson morreu, Madonna permanece ótima, mas sem muitas alterações “geoclimáticas”), Gaga veio pra abalar as estruturas e acordar a gente pro novo, pro luxuoso, pro bizarro, pro alegre e vivo! 😀
Quem curte me add me manda link pro Fame Monster. \o/