[Resenha] Da Vinci’s Demons

Minha gente, que série maravilhosa… Sem palavras!

Na verdade, tenho algumas palavras sim:
“Da Vinci’s Demons”, uma série da Starz e exibida por aqui pela Fox, é produzida por David S. Goyer (“Blade”, “Batman Begins”) e tem como temas algumas das coisas que mais curto: ficção histórica e Leonardo da Vinci (que é um dos meus Ícones da Humanidade™ favoritos).

Zoroastro, Nico e Leonardo prestes a entrar numa confusão.

Zoroastro, Nico e Leonardo prestes a entrar numa confusão.

Com uma ambietação fantástica (em alguns momentos me senti jogando “Assassin’s Creed” mesmo nunca tendo jogado rs), a trama se passa em 1477 na República de Florença, e temos como herói um Leonardo da Vinci com 25 anos de idade (interpretado por Tom Riley), no auge de toda sua genialidade, e acaba se tornando o engenheiro militar de Lorenzo de’ Medici (lê-se “Medítchi”, e não “Médici” como estamos habituados, interpretado por Eliott Cowan), que é o banqueiro mais rico da Europa e também o líder da República. Daí que Florença é o único Estado italiano que não responde diretamente ao Papa, um dos vilões mais terríveis da TV atualmente, Sixtus (Sisto IV, interpretado por James Faulkner), que tenta de tudo para fazer com que a República florentina faça parte dos chamados “Estados papais”. Ao lado de Da Vinci ainda temos seu fiel assisitente, Nico Machiavel (Eros Vlahos) e o golpista tarólogo Zoroastro, ou “Zô” (o lindo Greg Chiller), e ainda seu maestro Verrochio (Allan Corduner); no lado dos vilões também temos um dos piores de todos, o psicopata com voz mansa Riario (Blake Ritson). Não fosse só o fato de Roma querendo colocar as mãos em Florença e ainda Da Vinci se vê mergulhado numa espiral de mistérios, intrigas e traições (no melhor “estilo Game of Thrones”), e acaba em busca do Livro das Folhas, um item lendário que conta-se ter os mais incríveis segredos dos Atlantes, livro este que está sendo procurado por uma ordem secreta e milenar chamada de “Os Filhos de Mitra”. A série também tem muito sexo, nu frontal e violência gráfica, não ficando muito atrás das séries da HBO…

Conde Riario e Papa Sixtus IV, vilões terríveis.

Conde Riario e Papa Sixtus IV, vilões terríveis.

A seguir, um breve resumo dos acontecimentos mais importantes, com alguns spoilers, que estão protegidos com letras brancas. Para ler, por sua conta e risco, selecione o texto com o mouse:

1ª temporada:
– Leonardo recebe do misterioso “Turco” (Alexander Siddig) a missão de procurar pistas da localização do Livro das Folhas;
– Ele ainda acaba se envolvendo com a belíssima Lucrezia Donati (Laura Haddock), a teúda-e-manteúda™ de Lorenzo;
– Da Vinci, sempre angustiado por não conhecer sua mãe, encontra pistas sobre o paradeiro e feitos dela;
– Quinze anos antes de Cristóvão Colombo chegar na América do Norte, Leonardo acaba descobrindo que há uma porção de terra à oeste, além do Oceano Atlântico.
2ª temporada:
– Riario, Da Vinci e seus comparsas – agora com a ajuda de Amerigo Vespucci (Lee Boardman), enfrentam uma odisseia digna de Ulisses em alto mar e desembarcam em terras selvagens e desconhecidas em busca do Livro das Folhas;
– Um dos pontos altos dessa temporada é ver Da Vinci e Riario trabalhando juntos, a contragosto;
– Dois personagens importantes morrem, um deles, dos meus favoritos; 😥
– Duas tramas são reveladas, jogando os telespectadores no chão;
Além disso, durante as duas temporadas, nosso herói tem a oportunidade de conceber alguns inventos que só puderam ser finalmente construídos séculos depois – provando que Da Vinci era um Homem a frente de seu tempo™ – tais como asas planadoras, escafandro, submarino e um veículo com tração automática.
Outra coisa que gostei bastante na série é dos “crossovers” históricos, tais como quando Leonardo encontra Vlad III, o próprio “Drácula” em pessoa, e, obviamente, Leonardo da Vinci em Macchu Picchu.

A série tem até o momento 18 episódios (8 na primeira, e 10 na segunda), e retorna só no ano que vem sem data marcada.
No final da segunda temporada, o caldo entorna pra valer, colocando o poderoso Império Otomano contra Roma e um dilema explosivo para Leonardo. Por isso que mal posso esperar pela próxima temporada!

Título original: “Da Vinci’s Demons”.
Ano de estreia: 2013.
Criado e produzido por: David S. Goyer.
Elenco: Tom Riley, Laura Haddock, Blake Ritson, Elliot Cowan, Lara Pulver e James Faulkner.
Duração: 18 episódios de +/- 55 minutos cada.
Nota: 9.

Apenas que:

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[Resenha] Looking

OK, a série da HBO estreou em janeiro deste ano e terminou há 6 meses, mas só no último fim de semana é que tive a oportunidade de assistir a toda primeira temporada (até porque são só 8 episódios mesmo) e curti de montão.
Bom, digamos que “Looking” não é uma série para heterossexuais (a não ser que você tenha, digamos, um “estômago forte” rs). Conta a história de três amigos gays que moram juntos: Dom (Murray Bartlett), que é um garçom que tem o sonho de abrir um restaurante; Patrick (Jonathan Groff), trabalha como level designer numa produtora de games (apesar de basicamente só aparecer fazendo modelagem de personagens no 3DS Max); e Agustín (Frankie J. Alvarez), trabalha para uma artista plástica mas tem o sonho de produzir sua própria arte. A trama acontece na maravilhosa San Francisco e, se a cidade for assim como é mostrada na série (pra quê Grindr se os caras te cantam dentro do ônibus? kkkk), quero morar lá.

Agustín, Patrick e Dom.

Agustín, Patrick e Dom.

Os personagens principais são meio enrolados, a começar por Agustín, que parece não saber o que quer da vida, tem um namorado, o Frank (O. T. Fagbenle), e uma tara por ménages e drogas; Já Patrick é um viado desesperado, tá sempre caçando e acessando sites tipo OK Cupid e Manhunt, e é o que mais tem pretendentes (talvez por ser o mais bonito deles). A trama dele é a que mais se desenrola na temporada; E por fim, temos Dom, que é o mais velho e mais centrado deles, e que corre atrás do seu sonho de abrir um negócio (no caso, um restaurante).
Confesso que os protagonistas são muito otários em vários momentos, ao ponto de me deixarem com raiva, e se eu tivesse que escolher um personagem forte e engraçado, seria Doris (Lauren Weedman), a amiga hétero deles. E também tem o Richie (Raúl Castillo), um cabeleireiro mexicano que é um interesse romântico do Patrick, que é uma gracinha ♥

Richie, casa comigo? ♥

Richie, casa comigo? ♥

A série é despretensiosa, e mostra o cotidiano dos caras com boas doses de humor e drama, eu diria que é um “Sex and the City” gay (mesmo eu não tendo assistido, acho que deve ser), e as cenas de sexo até que não são tão fortes, como em outras séries do canal (como “True Blood” e “Game of Thrones”), não rola nu frontal e essas coisas, achei que as cenas de sexo são bem comedidas até.
Apesar dos altos e baixos das vidas de Dom, Patrick e Augustín, a série me cativou, e já quero assistir a 2ª temporada, que já foi confirmada para o ano que vem (sem data de estreia) e terá, dessa vez, 10 episódios.
Recomendo!

Título original: “Looking”.
Ano: 2014.
Produtores: David Marshall Grant, Sarah Condon e Andrew Haigh.
Elenco: Jonathan Groff, Frankie J. Alvarez e Murray Bartlett.
Duração: 8 episódios de 30 minutos cada.
Nota: 8,5.

[Resenha] The Day of the Doctor

Muitos não devem saber, mas no último sábado (23), o seriado britânico Doctor Who (sobre o qual já fiz um dossiê aqui) completou 50 anos e, pra quem não estava neste planeta no último meio século, é a série de TV de ficção científica a mais tempo no ar.
Para celebrar a data, a BBC promoveu em vários cinemas pelo mundo (no caso, a rede Cinemark aqui no Brasil) a exibição do filme “The Day of the Doctor”, com uma história que, além de reunir três atores que interpretaram o papel – Matt Smith, o por ora atual e 11º Doutor; David Tennant, o 10º, e John Hurt, o 8,5º (?), introduzido na mitologia no último episódio da atual (7ª) temporada -, traz uma trama que mexe com toda a mitologia da série contemporânea.
Não vou revelar muito da história porque sim, seria um grande, gordo e feio spoiler, mas vou comentar as passagens que mais me marcaram, ok?

  • Finalmente vimos a Guerra do Tempo (Time War), em Gallifrey, planeta dos Senhores do Tempo, contra os Daleks. É lá que encontramos o nosso Doutor 8,5 (tô chamando o personagem do Hurt assim porque a regeneração dele foi forçada e, aparentemente não vai contar como regeneração completa, e esse artíficio foi usado por causa do chato do Christopher Eccleston, o 8º a dar vida ao personagem, não quis participar do filme, então os roteiristas tiveram que improvisar);
  • O encontro de Matt Smith com David Tennant!
  • Billie Piper de volta, mas não como Rose Tyler. Pois é, eu sei. Assistam e verão;
  • Clara (Jenna Coleman), a atual companheira do Doutor, deixando de ser insossa e mostrando que é um mulher de fibra, ajudando as 3 encarnações do Doutor a fazer uma decisão que mudará sua vida pra sempre;
  • A rápida participação de Peter Capaldi, que será o 12º Doutor a partir do especial de Natal deste ano;
  • As três TARDIS enfileiradas;
  • Todos os Doutores juntos, com o Doutor original (William Hartnell) no centro.

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Caralho, muito foda! Quem é fã vai pirar com esse filme; quem tá conhecendo a série agora, vai se deslumbrar com a grandeza e epicidade da coisa toda.
Infelizmente eu não pude ir ao cinema (mas, depois, fiquei aliviado por não puder ir, pois soube que houve uma confusão com os ingressos aqui em Porto Alegre), então tive que recorrer aos downloads ilegais mesmo hehe.
Resumindo: “The Day of the Doctor” é a coisa mais legal que eu já assisti de DW em toda a minha vida, e o filme é um artigo imperdível para os whovians!

Título original: “The Day of the Doctor”.
Ano: 2013.
Direção: Nick Hurran.
Elenco: Matt Smith, David Tennant, John Hurt, Jenna Coleman, Billie Piper.
Duração: 76 min.
Nota do Gilga: 9,5.

P.S.1: Ah! Também assisti “An Adventure in Space and Time”, um especial de 83 minutos veiculado pela BBC no dia 21, que conta a história da criação do seriado, e achei muito foda! E confesso que me fez chorar algumas vezes.

P.S.2: Enquanto escrevia esse artigo, tocava na minha cabeça a sensacional trilha original da abertura do seriado. Ouçam abaixo:

Dossiê Once Upon a Time

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Somente hoje consegui por em dia todos os episódios já exibidos até então de “Once Upon a Time”, e decidi fazer esse dossiê. A série é simplesmente formidável, está em sua 3ª temporada e é a que tem o melhor roteiro das que estou assistindo atualmente, a criatividade dos autores está realmente de parabéns.
“Once Upon a Time” é uma criação da dupla Edward Kitsis e Adam Horowitz para a ABC, e consegue unir no enredo muitas das fábulas infantis (muitas delas já recontadas pela Disney, a proprietária da emissora, através dos anos).
Como sendo alguns pilares que sustentam a série, temos Regina Mills, a “Rainha Má” (interpretada magistralmente por Lana Parrilla) que, não apenas lançou a maldição sobre os personagens da Floresta Encantada, fazendo-os viver sem memória em nosso mundo na fictícia cidade de Storybrooke, como também é responsável por atazanar a vida de Branca de Neve (Ginnifer Goodwin) e Príncipe Encantado (Josh Dallas), entre tantos outros personagens não relacionados (como a fada Sininho e a sereia Ariel, por exemplo), e temos também o outro vilão, Rumpelstiltzkin (interpretado por Robert Carlyle que, na minha opinião, é o melhor ator, de longe, de toda a série!), também conhecido como Senhor das Trevas, e um dos personagens mágicos mais poderosos da trama (que inclusive treinou Cora, a malígna mãe de Regina, e a própria Rainha Má, além de ter sido “a Fera” da Bela e “a fada-madrinha” da Cinderella).
Em contraponto, temos Henry (Jared S. Gilmore), que foi adotado por Regina e que vai, no primeiro episódio da OUAT, atrás de sua mãe biológica, Emma Swan (Jennifer Morrison), revelando à ela sobre a maldição que acomete os habitantes de Storybrooke, e que somente ela, a filha perdida de Branca e Encantado, pode desfazer esse feitiço. No começo, Emma não acredita no garoto, mas no fim ela não só acredita como entre em inúmeras enrascadas (ela inclusive enfrentou a vilã Malévola, de “A Bela Adormecida”, em sua forma de dragão), e acaba quebrando a maldição no final da 1ª temporada.
A temporada seguinte foi bem movimentada, com a ameaça de Cora (Barbara Hershey) querendo reencontrar sua filha, enquanto Storybrooke, que vivia oculta do resto do mundo, é exposta e visitada por pessoas mal-intencionadas que estavam ali para destruir a magia. Outro que procurou por seu filho perdido foi o Sr. Gold (Rumple), que acaba descobrindo que Baelfire se chama Neal  (Michael Raymond-James) em nosso mundo e é pai de Henry. A seguir, deixo um infográfico com as ligações (consanguíneas ou não) dos personagens principais da série:

OUAT infografico

A temporada atual está simplesmente demais, pelo fato de Emma, Mary Margareth (Branca), David (Encantado), Regina e Capitão Gancho (Colin O’Donoghue, o mais gato da série), personagens tão diferentes e de lados opostos, estão unidos para resgatar Henry da Terra do Nunca, que foi levado até lá a pedido de Peter Pan (Robbie Kay), outra surpresa excelente, pois aqui descobrimos que ele se trata de um vilão poderosíssimo, temido inclusive pelo Senhor das Trevas (seus poderes ainda não foram mostrados, mas ele aparece em qualquer lugar da Terra do Nunca e aparentemente conhece TODA A VIDA das pessoas que estão lá).
Vamos ver até onde isso vai, mas até agora não me decepcionei com a série (que já ganhou um spin-off, Once Upon a Time in Wonderland, mas como eu não tenho paciência para spin-offs, nem assistirei), com uma trama cheia de surpresas, reviravoltas e conexões entre os personagens de diferentes contos de fadas. O mais legal é que, enquanto vemos o desenrolar nos dias atuais, somos apresentados ao passado do(s) personagem(ns) em questão em flashbacks (como em “Lost”), mostrando a vida pré-maldição deles e seus encontros anteriores.
Por falar em “Lost”, a série parece que deu emprego para perto do elenco da finada série de J.J. Abrams, como Emilie de Ravin (Bela), Jorge Garcia (o gigante Anton de “João e o Pé de Feijão”) e Alan Dale (Rei George).
Resumindo, a série é altamente recomendável.

Amo/sou a risadinha do Rumple.

O momento de Game of Thrones

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Pelo movimento das redes sociais, dá pra saber quando algo faz sucesso. E das séries de TV atuais, a que mais é comentada (nas minhas timelines, ao menos) é Game of Thrones.
Na reta final de sua 3ª temporada, a série (baseada na saga de livros de George R. R. Martin intitulada “As Crônicas de Gelo e Fogo”) tá cada dia mais emocionante, e a minha personagem favorita, a Daenerys (Emile Clarke, foto), anda chutando (e também queimando) muitas bundas em sua jornada para tomar o Trono de Ferro que ela crê que é seu por direito.
Quanto às outras tramas em Westeros, estão cada vez mais enroladas. O que mais me dá sono é o plot do Jon Snow (Kit Harington), mas como pelo visto ele é um dos personagens principais de toda trama, vamos acompanhar pra ver onde vai essa patacoada toda. Quanto ao resto, é tanto rei e tanta guerra que nem sei mais quem é quem, sério. Três temporadas e creio que só agora sei cerca de 40~50% dos nomes dos caralhocentos personagens. Empolgado com o que será de Tyrion Lannister (Peter Dinklage), e torcendo também pra Brienne (Gwendoline Christie) e pro Bran (Isaac Hempstead-Wright)! E permanece a triste mania do autor matar personagens queridos (vide comoção do pessoal que assistiu ao episódio ao vivo de ontem na HBO e não conseguiu conter os spoilers na minha TL, tamanho o furor)…
Enfim, Game of Thrones é uma ótima série, uma coisa meio Senhor dos Anéis (com um pouco menos de fantasia, mas bem pouco) com mais sexo e mais sangue (HBO™, né) e com um episódio melhor do que o outro (principalmente na atual temporada).
Venha para Westeros você também! A season finale é no próximo domingo. E traga um lencinho.
😛

The Vampire Diaries

Meses depois, resolvi fazer um post sobre esse seriado do barulho. 🙂
OK, essa vibe vampírica já deu no saco, mas The Vampires Diaries consegue fazer-nos esquecê-la e nos envolve com seu enredo intrigante, romântica, sangrento e surpreendente…fora os gatinhos (vários!).
Inspirada na série de livros (5 até então, 2 já lançados no Brasil como “Diários do Vampiro”) da autora L.J.Smith, que lançou o 1º deles em 1991 (beeem antes de Crepúsculo), o seriado da Warner conta a história da bela e jovem Elena (Nina Dobrev), uma órfã de 17 anos que vive com o irmão mais novo e a tia na cidade fictícia de Mystic Falls, e que se envolve com o forasteiro gatão Stephen Salvatore (Paul Wesley), recém-chegado na cidade. Ele é todo misteriosão, e mal sabe ela que ele já esteve na cidade antes, e que ele é um vampiro, que só pode andar sob o sol por causa de um anel mágico (melhor do que brilhar que nem strass). E eis que surge o bad boy da história, Damon (Ian Somerhalder), o irmão de Stephen, que chega fazendo vítimas por ainda se alimentar de sangue humano, ao contrário do irmão que só se alimenta de animais. E o outro problema é que Damon também está com uma fixação em Elena, o que tornará o relacionamento entre os irmãos Salvatore um pouco beligerante.
A série demora a engrenar um pouco, mas a partir do 5º episódio começam a acontecer vários lances emocionantes e a série só melhora. Já são 10 episódios até então e a série recomeça em 21 de janeiro.
Baixe, é mó legal! 🙂